Interdisciplina: Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia II
Minhas concepções...
“Para mim:
O que é conhecimento?
Como ocorre aprendizagem?
Como deveria ser o ensino na escola?”
São perguntas pequenas, porém as respostas são vastas e tem gigantescas formas significativas de aprendizagem, de que se tem para respondê-las a fim de haver um ensino qualificado e inerente para todos os educandos.
Presumo que conhecimento designa ser algo que o educando aprende construindo informações, deste modo o educador, tem um grande papel de mediador, no qual acredita que seu aluno é capaz de aprender sempre, perfazendo indagações e problematizando suas ações, partindo sempre dos conhecimentos prévios e de seu meio.
Para mim, como educadora, não considero o educando, como uma tábua rasa, perante um novo conhecimento, mas sim um ser ativo, crítico, questionador, criador, reflexivo, perspicaz, transformador, investigador,...no qual visa um aperfeiçoamento de seus conhecimentos prévios e partindo destes, abre novos caminhos e adquiri novas aprendizagens e conhecimentos, frente aulas lúdicas, prazerosas, instigantes, diversificadas. Proporciono desta maneira que tanto eu-educador, quanto os educandos, possam aprender juntos, havendo trocas recíprocas de conhecimentos, ensinamentos e aprendizagens.
Os educandos tem sua imaginação muito “fértil” e criativos, pois este ano, quando trabalhei a data comemorativa: “O Dia Internacional da Mulher – 08 de março”, realizei primeiramente a sondagem (conhecimentos prévios dos alunos), fazendo questionamentos orais, como:
- Por que a mulher é importante?
- Por que existe o Dia Internacional da Mulher?
- entre outros,...
Então uma menina de cinco anos, ao responder ao segundo questionamento, indagou:
“-Tem o dia da mulher, por que professora tem também o dia do homem.
Interpretei a argumentação de minha aluna como maravilhosa e magnífica, devido ela ter tirado a sua própria conclusão, de que se existe o dia da mulher, consequentemente também tem o dia do homem, dando ar de expressividade afirmativa, com seu jeito de falar.
A aprendizagem, para mim, é cognitiva lúdica, interessante e não monótona, vazia, e sombria. Nos modelos Empirismo e diretiva, sei que o aluno não tem liberdade alguma de participar das aulas (como no exemplo citado acima – da minha aluna de cinco anos), nestes modelos são considerados apenas como receptor de conhecimentos e o professor detentor do saber.
Também aprendi que existe outros dois modelos presentes nas práxis educacionais:
Epistemológica Construtivista, e Pedagógica Relacional, no qual ambas se fazem presentes em minha sala de aula.
Atualmente a aprendizagem, o conhecimento e práxis educacionais mediante perspectivas de modelos educacionais (epistemologia
Construtivista e pedagógica Relacional) para mim é muito interessante, devido o processo educacional com os educandos ser construído diariamente, tendo assimilação de aprendizagem se concretizar gradualmente de acordo com seu conhecimento prévio e realidade familiar, comunitária e escolar.
Assim sendo, concretizo minhas argumentações juntamente com as idéias de Becker:
“O professor construirá, a cada dia, a sua docência, dinamizando seu processo de aprender. Os alunos construirão, a cada dia, sua discência”.
Sendo que desta forma, os educandos serão co-autor de seu próprio conhecimento, mediante trocas recíprocas de aprendizagens, saberes e conhecimentos entre educando e educador e vice-versa , a fim de construir juntos uma educação de qualidade e significativa para todos.
BIBLIOGRAFIA:
- BECKER, Fernando. Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos. In: Educação e Construção do conhecimento. Porto Alegre: ARTEMED, 2001.
O que é conhecimento?
Como ocorre aprendizagem?
Como deveria ser o ensino na escola?”
São perguntas pequenas, porém as respostas são vastas e tem gigantescas formas significativas de aprendizagem, de que se tem para respondê-las a fim de haver um ensino qualificado e inerente para todos os educandos.
Presumo que conhecimento designa ser algo que o educando aprende construindo informações, deste modo o educador, tem um grande papel de mediador, no qual acredita que seu aluno é capaz de aprender sempre, perfazendo indagações e problematizando suas ações, partindo sempre dos conhecimentos prévios e de seu meio.
Para mim, como educadora, não considero o educando, como uma tábua rasa, perante um novo conhecimento, mas sim um ser ativo, crítico, questionador, criador, reflexivo, perspicaz, transformador, investigador,...no qual visa um aperfeiçoamento de seus conhecimentos prévios e partindo destes, abre novos caminhos e adquiri novas aprendizagens e conhecimentos, frente aulas lúdicas, prazerosas, instigantes, diversificadas. Proporciono desta maneira que tanto eu-educador, quanto os educandos, possam aprender juntos, havendo trocas recíprocas de conhecimentos, ensinamentos e aprendizagens.
Os educandos tem sua imaginação muito “fértil” e criativos, pois este ano, quando trabalhei a data comemorativa: “O Dia Internacional da Mulher – 08 de março”, realizei primeiramente a sondagem (conhecimentos prévios dos alunos), fazendo questionamentos orais, como:
- Por que a mulher é importante?
- Por que existe o Dia Internacional da Mulher?
- entre outros,...
Então uma menina de cinco anos, ao responder ao segundo questionamento, indagou:
“-Tem o dia da mulher, por que professora tem também o dia do homem.
Interpretei a argumentação de minha aluna como maravilhosa e magnífica, devido ela ter tirado a sua própria conclusão, de que se existe o dia da mulher, consequentemente também tem o dia do homem, dando ar de expressividade afirmativa, com seu jeito de falar.
A aprendizagem, para mim, é cognitiva lúdica, interessante e não monótona, vazia, e sombria. Nos modelos Empirismo e diretiva, sei que o aluno não tem liberdade alguma de participar das aulas (como no exemplo citado acima – da minha aluna de cinco anos), nestes modelos são considerados apenas como receptor de conhecimentos e o professor detentor do saber.
Também aprendi que existe outros dois modelos presentes nas práxis educacionais:
Epistemológica Construtivista, e Pedagógica Relacional, no qual ambas se fazem presentes em minha sala de aula.
Atualmente a aprendizagem, o conhecimento e práxis educacionais mediante perspectivas de modelos educacionais (epistemologia
Construtivista e pedagógica Relacional) para mim é muito interessante, devido o processo educacional com os educandos ser construído diariamente, tendo assimilação de aprendizagem se concretizar gradualmente de acordo com seu conhecimento prévio e realidade familiar, comunitária e escolar.
Assim sendo, concretizo minhas argumentações juntamente com as idéias de Becker:
“O professor construirá, a cada dia, a sua docência, dinamizando seu processo de aprender. Os alunos construirão, a cada dia, sua discência”.
Sendo que desta forma, os educandos serão co-autor de seu próprio conhecimento, mediante trocas recíprocas de aprendizagens, saberes e conhecimentos entre educando e educador e vice-versa , a fim de construir juntos uma educação de qualidade e significativa para todos.
BIBLIOGRAFIA:
- BECKER, Fernando. Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos. In: Educação e Construção do conhecimento. Porto Alegre: ARTEMED, 2001.

Um comentário:
Simone!
Muito interessante teu registro.
Acredito muitas vezes que a docencia é um DOM. Um DOM que temos que repartir todos os dias. Mas que deve ser nutrido e alimentado por conhecimento e auto reflexão em sempre melhorar. Só assim conseguiremos viver plenamente este DOM de esninar.
Ok.
Benites
Postar um comentário