quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Reflexão comentário Tutora Roberta

Comentário da tutora Roberta:

Simone!!

Concordo com isso tudo que escreveste. Mas como o professor pode pensar em letramento social com uma sala com tantos alunos?? Isso é possível ou seria um grande desafio para o professor que no final do ano é cobrado pelos pais que seus alunos leiam??
O que tu pensa sobre isso??

Abraços
Roberta

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Olá Roberta...

Adorei o teu questionamento sobre minha postagem do dia 21 de setembro de 2009 - "Escola - Letramento Social ", pois não havia parado para refletir sobre esta questão.

Pois bem, acredito que a escola juntmente com os professores e pais devem abrir espaço para a conscientização dos filhos frente o Letramento Social, que tão importante para o aluno quanto o Letramento Escolar, mediante palestras, teatros, jornal falado, etc... com intuito de mostrar para os pais que não interessa para a escola o aluno apenas saber ler e escrever, mas também interpretar o mundo ao seu redor, tornando a aprendizagem desta forma cada vez mais significativa, lúdica, perspicaz,...

Contudo, por isso mesmo é possível realizar Letramento Social com tantos alunos em uma sala de aula, no qual há inteiramente um envolvimento sobre a questão, ou seja, Temas Geradores, através da cooperação, dialogicidade,... bem como nos explica Paulo Freire, implicando um pensar crítico e autônomo gerando uma verdadeira aprendizagem instigante e coletiva (educando X educando; educando X educador e vice-versa)

Independente da idade dos alunos (crianças, jovens ou adultos) e da quantidade dos mesmos é possivel realizar um trabalho intigante e que envolva a curiosidade e interesse de TODOS!!!

Freire nos relata que o educador deve levar os alunos a conhecerem os conteúdos, mas não como verdade absoluta. Por isso nos dizia que ninguém ensina nada a nínguem, mas as pessoas também também não aprendem sozinhas:
"Os homens se educam entre si mediados pelo mundo" Freire

Os Temas Geradores são designadas como uma educação libertadora, mediante investigação, reflexão, ... perceptiveis a realidade, visão de mundo... em busca de uma "Pedagogia Desafiadora e Problematizadora" afim de transformar a sociedade.

" Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda" Freire.

Foi muito interessante esta reflexão, pos me proporcionou um novo olhar e pensamento, refletindo e aprimorando meus conhecimentos frente o Letramente Social juntamnete com uma Pedagogia Libertadora de Freire tão emintente para pais, alunos, educadores, escola, sociedade,...



Bibliografia:
Revista Nova escola. "Paulo Freire, O mentor da educação para a consciência" grandes pensadores.


FREIRE, Paulo. A dialogicidade - essência da educação como prática de liberdade. In: Pedagogia do Oprimido. 40ª ediçã. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005. p.89-101.]

Filme: "A construção da leitura e da escrita do adulto na perspectiva freireana"

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Escola - Letramento Social

Olá Pessoal...

A linguagem (palavra, sons, gestos, imagens,...) no processo de escolarização perde muitas vezes seu entusiasmo, porque o educador da instituição de ensino, a escola, proporciona apenas ensinar a Ler e Escrever, esquecendo as variedades lingüísticas (leitura, escrita e oralidade)... Contudo, acredito, que nós educadores, devemos colocar em nossas práxis educacionais não somente em prática o Letramento Escolar, mas também o Letramento Social, pois construiremos cooperativamente trocas recíprocas de experienciais vitais, costumes, aprendizagens, .... de maneira inusitada, diversificada, construtiva, relevante, lúdica, perspicaz,....
Que tal esta idéia?????


Beijoss e te mais...

Bibliografia:
- KLEIMAN, A. B. Modelos de letramento e as práticas de alfabetização na escola. 2006

Escola, dilema entre: Letramento Escolar X Letramento Social

Olá Pessoal...
Mediante o estudo do texto “Práticas de Leitura, Escrita e Oralidade no Contexto Social” de Kleiman proporcionada pela interdisciplina Linguagem e Educação, pude refletir os letramentos, o social e o escolar.
Compreendi que a autora enfatiza em seu texto que a escola de enquadra como agente mais importante de letramento, reocupando-se apenas com o letramento escolar e não com o social.
Assim sendo, observo que a escola apresenta falhas profundas decorrentes dos próprios pressupostos que subjazem o modelo de letramento escolar, ocasionando desta forma uma linguagem e aprendizagem cada vez mais abstrata, não propondo aos educandos serem altamente autônomos, críticos da realidade,... Perante as práxis sociais.
Contudo as práticas escolares, designada como o letramento escolar, propiciam ao educando apenas ensiná-los a LER e ESCREVER.
Segundo a autora Kleiman, acredito que a escola deveria propiciar aos educandos novas formas inusitadas de aprender e ensinar, preparando-os para a vida, começando através dos conhecimentos prévios e partindo da realidade social em que vivem.
Os alunos poderiam aprender a solucionar problemas através de situações reais do seu dia-a-dia, utilizando esta aprendizagem, juntamente com o conhecimento frente à oralidade, leitura e escrita. Proporcionando desta maneira uma aprendizagem significativa, lúdica, instigante, prazerosa,.... tanto para crianças quanto adultos, como também quanto na modalidade de Jovens e adultos (EJA) como os portadores de Necessidades especiais.
A professora Patrícia nos falou na nossa primeira aula presencial, e contempla juntamente com os escritos da autora, que há crianças e adultos não alfabetizados, porém letrados, no qual utiliza-se da oralidade, leitura e da escrita presente em seu cotidiano (televisão, anúncios, mercado,...) ,
Segundo minhas concepções é muito importante a escola levar em consideração estes pontos, pois são indivíduos que vivem em diferentes práticas letradas com experiências diversificadas ( surdos, jovens e adultos, crianças...), afim de proporcionar uma educação de qualidade para TODOS!!!
A autora me fez refletir sobre os tipos de letramentos que atinge o ensino. No meu ponto de vista, acredito que devemos considerar em nossas práticas educacionais não somente o letramento escolar, mas também o social.
Valorizar os conhecimentos prévios dos educandos e abrindo portas para práxis educacionais construtivas e criar novas concepções pedagógicas,... Mediante o âmbito do construir o letramento juntamente com a pluralidade e a diferença da escrita, da leitura e da oralidade.

Para haver um meio educacional de qualidade, TODOS os profissionais da educação deveriam se aperfeiçoar, indo em busca de cursos e aprimoramentos frente encontros, seminários, ... Eu como educadora, me proporciono ir em busca de sabedoria e de qualificação em minhas práxis, como por exemplo realizei os cursos:
- Curso de Capacitação de Recursos Humanos na Área de Deficiência Mental / Osório - de 03 janeiro à 09 fevereiro de 2008 (manhã, tarde e noite);
- Curso de Libras pelo Senac / Torres - módulo I de março a setembro de 2008 (terças e quintas);
- Crusos: Seminários, palestras, etc...

Bibliografia:
- KLEIMAN, A. B. Modelos de letramento e as práticas de alfabetização na escola. 2006

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Novas aprendizagens frente dosso Projeto de Aprendizagem...

Olá Pessoal...

Realizamos hoje, 17.09.2009, na casa da colega Gleice os estudos referentes o nosso PA das 18:30 às 22:00horas, mediante as instruções (registros no nosso Pbwork) do professor Nilton.

endereço de nosso Pbwork: http://afotografiaetrescachoeiras.pbworks.com/

Assim sendo, primeiramente refletimos a questão da Pergunta Central as certezas temporárias e as duvidas provisorias, a seguir construimos nosso terceiro Mapa Conceitual, retirando os aspectos sócios ecionômicos,... realizamos a biografia de Toninho Retratista, postamos fotos fotografadas por ele(pesquisadas pelo nosso grupo juntamente com pessoas mais idosas,..),...

Encontramos dificuldades em postar as fotos no pbwork....

O professor Nilton, sugeriu o seguinte site http://www.boriskossoy.com/ para pesquisarmos referente a questão teorica. Assim sendo, eu sugeri as gurias a crianção de um mosaico com as fotos de Toninho Retratista daqui de nosso municipio. As gurias adoraram a idéia e ficou para construirmos nos próximos encontros presenciais....

Um grande abraço... Simone Lentz

e pesquisamos outros sites...

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A importância do Planejamento

Olá Pessoal...

É importante realizar um planejamento perspicaz e flexível, não apenas por cumprir obrigações burocráticas, mas sim para realizar uma Educação de qualidade para todos.

O Planejamento desde reuniões com professores, construções de Proposta de Trabalho (Plano de Estudos), metodologias, listagem de conteúdos,... propõe uma diversidade de novas estratégias e trocas recíprocas de conhecimentos e aprendizagens.

A autora Rodrigues me fez refletir sobre os elementos básicos para um planejamento didático-pedagógico, presente em um Diário de Classe. Sendo: Contextuaização; Eixo Integrador; Justificativa; Objetivos; Estratégias, Recursos; Avaliação.

Estes elementos são fundamentais para um trabalho diferenciado perspicaz e qualificado, pois o educador planeja seu trabalho integrado-os, facilitando o processo de ensino e aprendizagem dos alunos frente metodologias inusitadas.

Em meu Diário de Classe encontro os seguintes elementos: Contyextualização; Eixo Integrador; Objetivos; Conteúdos; e Estratégias.

São elementos importantes, mas tenho absoluta certeza de que poderei aperfeiçoar cada vez mais meu trabalho docente, juntamente com as colocações da autora Rogrigues.

Sou educadora e estou interessada em fazer meus alunos refletirem e construirem conhecimentos juntamente com um Planejamento integrado, flexível, inovador,...

Um grande abraço...
Simone Lentz

O que é Planejamento???

Interdisciplina Didática, Planejamento e Avaliação

Olá Pessoal...

Venho refletir sobre O que é mesmo Planejamento????

Através da interdisciplina de Didática, Planejamento e Avaliação pude refletir, re-fletir, questionar, re-questionar,... referente a palavra Planejamento juntamente com a autora Rodrigues(o texto "Planejamento: em busca de caminhos")

Planejamneto é no meu ponto de vista tudo o que pensamos com um olhar crítico, autonomo, desafiador, proporcionador,... pois segundo FERREIRA (1985, P.27) relata:
"fazer planos é coisa provavelmente conhecida do homem desde que ele se descobriu com capacidade de pensar antes de agir" ou ainda,
"uma ação planejada é uma ação não improvisada; uma ação improvisada é uma ação
não planejada" (p.15)

Assim sendo, o Planejamento é um processo constante, flexível e indissociáveis, vindos desde crianças. Desta forma, considero que o educador deve sempre pensar o por quê está se ensinando determinado conteúdo. Saber o que se quer alcançar, o que falta alcançar e como irão alcançar. O Planejamento sempre deve estar integrado com o currículo.

Paulo Freire em sua obra da Pedagogia da Autonomia enfatiza as práxis educacionais a partir da defesa das perguntas, curiosidades inusitadas, bem inversa a fragmentação, da imposição, do depósito de conhecimentos...
"Quando saio de casa não tenho dúvida nenhuma de que, inacabados e conscientes do
inacabamento, abertos à procura, curiosos, "programados, mas para aprender", exercitaremos tanto mais e melhor a nossa capacidade de aprender e de ensinar quanto mais sujeitos e não puros objetos do processo nos façamos (Freire, 1997, p.65)."

Acredito nesta concepção, a Pedagogia das perguntas, pois procuro instigar meus alunos ao conhecimento e o desejo de buscar e interessar, mediante perguntas desafiadoras e estratégias diversificadas. Assim, construimos coletivamente trocas reciprcas de aprendizagens significativas, perante um curriculo integrado e perspicaz.

Segundo Gandim, Planejamento é:

"Planejamento é elaborar - decidir que tipo de sociedade e de homem se quer e que tipo de ação educacional é necessária para isso; verificar a que distância se está deste tipo de ação e até que ponto se está contribuindo para o resultado final que se pretende; propor uma série orgânica de ações para diminuir esta distância e para contribuir mais para o resultado final estabelecido; executar - agir em conformidade com o que foi proposto e avaliar - revisar sempre cada um desses momentos e cada uma das ações, bem como cada um dos documentos deles derivados "(Gandin, 1985, p.22).



Assim sendo, procuro em minhas práxis educacionais realizar um planejamento adequado para a turma, realizando contantemente as perguntas já mencionadas com intuito de alcançar os objetivos e desenvolver uma Aprendizagem diversificada, instigante, prazerosa e acima de tudo significante aos meus educandos.


Um grande Beijksss Simone Lentz

Bibliografia:

RODRIGUES, Maria Bernadette Castro. Planejamento: em busca de caminhos. In: XAVIER, Maria Luisa; DALLA ZEN, Maria Isabel (Orgs.). Planejamento em Destaque: análises menos convencionais. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2001. P. 59-65 e 72-73.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Comênio - O PAI DA DIDÁTICA

Interdisciplina: Didática, Panejamento e Avaliação

Olá Pessoal...

Através das leituras conheci a vida e a obra do grande "pai da Didática".

Percebi que Comênio foi uma grande pessoa que influenciou na construção da Didática frente as práxis educacionais, influenciado os "professores a ensinarem menos e os alunos aprenderem mais" , " A Didáctica significa a arte de ensinar",...

Assim sendo, há heranças da Didática de Comênio de faz presentes até os dias atuais, como por exemplo em minha sala de aula, mediante a forma e a maneira de ensinar os educandos, partindo de sua curiosidade e principalmente de seus conhecimentos prévios, respeito mútuo, igualdade e repeito entre todos, cooperação, trocas recíprocas de aprendizagens significativas, dinamizações, ludicidade, recreação,...

Achei interessante este estudo, pois aprendi que o Comênio foi quem plantou a sementinha da Didática, em 1638, com a conclusão da Carta Magna - Tradução Latina da Didática Tcheca - no qual deu ênfase a uma Pedagogia Construtivista, no qual os utilizo de uma maneira ou de outra em minhas Práxis educacionais.

Um grande Beijo...

Simone Lentz




Referências Bibliograficas:
COMÉNIO, João Amós. “DIDÁCTICA MAGNA - Tratado da Arte Universal de Ensinar Tudo a Todos”, Saudação ao leitor e índice. 4.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1996. 525p.

GASPARIN, João Luiz. Comênio ou da arte de ensinar tudo a todos. Campinas: Papirus, 1994. p.41-42

DOLL, Johannes; ROSA, Russel Teresinha Dutra da. A metodologia tem história. In: _______ (orgs.). Metodologia de Ensino em Foco: práticas e reflexões. Porto Alegre: UFRGS, 2004, p.26-29.