É eminente ressaltar que nós educadores obtemos enormes desafios ao trabalhar o conhecimento e aprendizagem mediante a Proposta Triangular, multiculturalismo e cultura visual na escola, pois enfrentamos inúmeros problemas como: a falta de professores qualificados nesta disciplina e por consequência disto, posso acrescentar por experiência própria, que meus alunos ai iniciar o ano letivo, não se importavam e nem se interessavam em realizar as minhas atividades relacionadas com Arte.
Com o decorrer dos trimestres, consegui mudar este comportamento e pensamento de meus alunos, devido sempre procurar fazer uma ligação dos estudos da Arte com os estudos das outras disciplinas. Já obtive resultados relevantes e positivos, pois meus alunos estão adorando trabalhar desta maneira e estão adquirindo desta forma, novas aprendizagens significativas e trocas recíprocas de conhecimentos entre EDUCADORES X EDUCANDOS e vice-versa.
Umas de minhas propostas de trabalho foi a leitura do quadro “Aleijadinho”. Após o studo profundo desta obra e da biografia de Aleijadinho, mostrei aos meus educandos várias obras do mesmo, na qual os alunos escolheram uma em cada grupo. Os componentes do grupo, fizeram a leitura da obra, análise e representaram através de cartazes, colagens de gravuras: jornais, revistas, gibis, ... e pintura e criatividade a critério dos alunos.
Posteriormente apresentaram sua obra, explicando o quê e por que escolheram esta obra, seu significado, etc.
Consequentemente posso ampliar os conhecimentos sobre a ARTE em meus educandos. Realizando aulas diversificadas, interessantes e prazerosas paa os alunos, aliás foi mediante a esta interdisciplina me aprofundei e estudei obras e artistas de diferentes épocas, estilos e movimentos, dando subsídios em elaborar e trabalhar aulas diversificadas.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
A vida é uma Arte...
Mediante a temática 2”Tendências Contemporânea no Ensino de Arte” do bloco 1, da interdisciplina de Artes Visuais, fiquei interessada em poder conhecer, interpretar, ler, contextualizar a obra famosa e fabulosa do mundo “As meninas” pintado no século XVII pelo espanhol Diego Velazquéz.
Ao realizar a leitura do quadro, obtive algumas dificuldades em responder os questionamentos, mas pesquisando, lendo e me empenhando tive um enorme crescimento frente a aprendizagem e novos conhecimentos tanto como pessoa quanto educadora.
A partir da atividade prática desta temática parti de corpo e alma para a elaboração de uma nova obra, inspirando-se pela obras As Meninas de Velazquéz.
Senti insegurança neste momento, pois mesmo tido estudado e aprofundado a parte teórica, a parte prática em pintar algo segundo o artista, surgem inúmeras idéias e pensamentos e no qual não imaginava como transmitir para a obra o mesmo.
Por fim consegui elaborar uma linda obra, feita e pintada a mão e lápis de cor.
No momento da realização da Parte Prática me espelhei em meus alunos, deixei a minha imaginação fluir, minha insegurança de lado e iniciei minha obra , tendo como objetivo conseguir expressar meu pensamento através da mesma, comunicando aos indivíduos que visualizarem uma obra de arte: cultural e visual.
Contudo, fiquei realizada em Ter esta oportunidade de: “fazer”, ”ler” e ”contextualizar” uma obra de arte, segundo Ana Mãe Barbosa, sendo de grande valia para o meu entendimento, aprendizagem e crescimento cultural e artístico.
Ao realizar a leitura do quadro, obtive algumas dificuldades em responder os questionamentos, mas pesquisando, lendo e me empenhando tive um enorme crescimento frente a aprendizagem e novos conhecimentos tanto como pessoa quanto educadora.
A partir da atividade prática desta temática parti de corpo e alma para a elaboração de uma nova obra, inspirando-se pela obras As Meninas de Velazquéz.
Senti insegurança neste momento, pois mesmo tido estudado e aprofundado a parte teórica, a parte prática em pintar algo segundo o artista, surgem inúmeras idéias e pensamentos e no qual não imaginava como transmitir para a obra o mesmo.
Por fim consegui elaborar uma linda obra, feita e pintada a mão e lápis de cor.
No momento da realização da Parte Prática me espelhei em meus alunos, deixei a minha imaginação fluir, minha insegurança de lado e iniciei minha obra , tendo como objetivo conseguir expressar meu pensamento através da mesma, comunicando aos indivíduos que visualizarem uma obra de arte: cultural e visual.
Contudo, fiquei realizada em Ter esta oportunidade de: “fazer”, ”ler” e ”contextualizar” uma obra de arte, segundo Ana Mãe Barbosa, sendo de grande valia para o meu entendimento, aprendizagem e crescimento cultural e artístico.
Marcadores:
Artes Visuais; Aprendizagem,
EIXO 3
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Nunca é tarde repensar em seu próprio erro... e mudar seus atos!!!
É eminente explicitar minha nova descoberta, pois uma grande colega e amiga me fez sanar um equívoco, frente minha linguagem oral, mas não gráfica.
Em minha oralidade era errônea a maneira que pronunciava as seguintes palavras: subsidio e intuito.
É comum e grave este erro entre o meio comunicativo das pessoas, devido muitas vezes errarmos porque escrevemos como falamos.
Contudo, principalmente nós professores, devemos procurar nos corrigir tanto em nossas linguagens orais, quanto nas linguagens gráficas, afim de que nossos alunos não aprendam a forma errada, mas sim a forma íntegra e correta.
Fico feliz e alegre em sanar este meu erro, pois cada dia que passa aprendo e melhoro cada vez mais. Estou sempre dizendo aos meus alunos que não precisamos ter vergonha de errar, porque “é errando que se aprende”.
Em minha oralidade era errônea a maneira que pronunciava as seguintes palavras: subsidio e intuito.
É comum e grave este erro entre o meio comunicativo das pessoas, devido muitas vezes errarmos porque escrevemos como falamos.
Contudo, principalmente nós professores, devemos procurar nos corrigir tanto em nossas linguagens orais, quanto nas linguagens gráficas, afim de que nossos alunos não aprendam a forma errada, mas sim a forma íntegra e correta.
Fico feliz e alegre em sanar este meu erro, pois cada dia que passa aprendo e melhoro cada vez mais. Estou sempre dizendo aos meus alunos que não precisamos ter vergonha de errar, porque “é errando que se aprende”.
Um novo olhar frente o meio educacional...
Em 27 de setembro de 2007, ocorreu a terceira aula presencial com a interdisciplina “Teatro na Educação” com a orientação da professora Rossana Perdomini Della Costa e Celina.
Foi eminente essa aula para mim, tanto como pessoa, quanto como profissional na área da educação, pois relembrei e conheci alguns conceitos, brincadeiras e rodas cantadas esquecidas até então em minha memória.
Acredito que nesse dia eu voltei ao meu tempo de criança, pois brinquei, imaginei, parei, refleti, dialoguei, criei,...em fim, voltei a ser criança, mediante inúmeras brincadeiras realizadas orientadas pela professora.
Assim sendo, conheci através dessas atividades, novas formas de abordar o teatro com os meus alunos, partindo sempre da ludicidade, do prazer, do gostoso, do conhecimento prévio, como foi realizado comigo nesta aula, isto é, interagindo inteiramente com a aula desenvolvendo pensamento, a criatividade, dinamismo e proporcionando conhecimentos significativos.
É fascinante esta abordagem, devido nunca ter imaginado a ocorrência de como seria trabalhar o teatro na escola. Acerca da aula, obtive novas fontes e subsídios de realizar uma aula criativa e extraordinária com meus alunos.
Por tais razões posso ressaltar a tamanha importância desta aula e interdisciplina para mim, de fato adquiri e irei aprender cada vez mais novas maneiras da abordagem do teatro em minha carreira docente, obtendo desafios surpreendentes e relevantes mediante minha profissão, educadora.
Foi eminente essa aula para mim, tanto como pessoa, quanto como profissional na área da educação, pois relembrei e conheci alguns conceitos, brincadeiras e rodas cantadas esquecidas até então em minha memória.
Acredito que nesse dia eu voltei ao meu tempo de criança, pois brinquei, imaginei, parei, refleti, dialoguei, criei,...em fim, voltei a ser criança, mediante inúmeras brincadeiras realizadas orientadas pela professora.
Assim sendo, conheci através dessas atividades, novas formas de abordar o teatro com os meus alunos, partindo sempre da ludicidade, do prazer, do gostoso, do conhecimento prévio, como foi realizado comigo nesta aula, isto é, interagindo inteiramente com a aula desenvolvendo pensamento, a criatividade, dinamismo e proporcionando conhecimentos significativos.
É fascinante esta abordagem, devido nunca ter imaginado a ocorrência de como seria trabalhar o teatro na escola. Acerca da aula, obtive novas fontes e subsídios de realizar uma aula criativa e extraordinária com meus alunos.
Por tais razões posso ressaltar a tamanha importância desta aula e interdisciplina para mim, de fato adquiri e irei aprender cada vez mais novas maneiras da abordagem do teatro em minha carreira docente, obtendo desafios surpreendentes e relevantes mediante minha profissão, educadora.
Marcadores:
Eixo 3; Aulas Presenciais; Teatro na Educação.
Aprendendo novos horizontes...
Na segunda aula presencial, dia 24 de setembro de 2007, foi apresentado as interdisciplinas Ludicidade e Educação; e Música na Escola, juntamente com os professores Elder Siqueira e Leda Maffioletti.
Nesta aula aprendemos que tanto a música quanto a Ludicidade é de fundamental importância estar presente na vida da criança, ou seja, de nossos alunos.
A Ludicidade tem um papel importante para criança despertar o interesse de aprender, jogar, brincar, pensar perante o processo de crescimento e desenvolvimento da mesma.
O educador pode trabalhar o despertar da criança com o intuito de desenvolver-lhes as imaginações, sonhos, fantasias como também a criatividade, coordenação motora ampla e/ou fina,...
Eu considero que Ludicidade é interdisciplinar, ou seja, podemos trabalhar em uma sala de aula de várias maneiras, mediante um conteúdo do Currículo Escolar, com o objetivo de que os alunos se interessem e interajam e também queiram aprender mais sobre “tal” conteúdo, ou assunto em questão.
Ao realizarmos uma brincadeira e/ou dinâmica, com um objetivo, nossos alunos conseguem detectar e interagir conosco, pois através das mesmas as crianças aprendem espontaneamente, interagindo juntamente com o professor. Como também a brincadeira necessita, de concentração e reflexão, dinamismo, criatividade através do processo lúdico, gostoso, prazeroso para a criança.
A música é outra disciplina que através da professora Leda adquirimos um novo olhar, mediante como trabalha-la numa sala de aula, sendo de maneira lúdica, gostosa, criativa,....
Contudo, por meio dessa aula obtive um novo pensamento referente “MUSICA NA ESCOLA”, pois até então não imaginava outras formas de inventar e criar sob o processo lúdico e divertido da música, do ritmo, do som, etc,...
Nós possuímos dentro de nós, grande força de vontade e capacidade de transformar uma aula extraordinária e excelente, fazendo música, acerca de letras, sons, ritmos, pensamentos, reflexões, poesias e histórias, através da criatividade e auto-confiança de ser capaz em realizar, criar novas aprendizagens e conhecimentos significativos através da “MÚSICA NA ESCOLA”.
Finalmente acerca desta aula presencial de “Ludicidade e Educação” e “Música na Escola” é de tamanha eminência as mesmas para nós educadores e acadêmicos do curso de Licenciatura em Pedagogia, pois nos trás bases e maneiras diferenciadas de como trabalhar novas aprendizagens significativas e lúdicas ao realizar as aulas, deixando interagir neste processo educacional o dinamismo, criatividade, participação e despertando constantemente nos educandos a vontade e a “cede” de querer aprender cada vez mais.
Nesta aula aprendemos que tanto a música quanto a Ludicidade é de fundamental importância estar presente na vida da criança, ou seja, de nossos alunos.
A Ludicidade tem um papel importante para criança despertar o interesse de aprender, jogar, brincar, pensar perante o processo de crescimento e desenvolvimento da mesma.
O educador pode trabalhar o despertar da criança com o intuito de desenvolver-lhes as imaginações, sonhos, fantasias como também a criatividade, coordenação motora ampla e/ou fina,...
Eu considero que Ludicidade é interdisciplinar, ou seja, podemos trabalhar em uma sala de aula de várias maneiras, mediante um conteúdo do Currículo Escolar, com o objetivo de que os alunos se interessem e interajam e também queiram aprender mais sobre “tal” conteúdo, ou assunto em questão.
Ao realizarmos uma brincadeira e/ou dinâmica, com um objetivo, nossos alunos conseguem detectar e interagir conosco, pois através das mesmas as crianças aprendem espontaneamente, interagindo juntamente com o professor. Como também a brincadeira necessita, de concentração e reflexão, dinamismo, criatividade através do processo lúdico, gostoso, prazeroso para a criança.
A música é outra disciplina que através da professora Leda adquirimos um novo olhar, mediante como trabalha-la numa sala de aula, sendo de maneira lúdica, gostosa, criativa,....
Contudo, por meio dessa aula obtive um novo pensamento referente “MUSICA NA ESCOLA”, pois até então não imaginava outras formas de inventar e criar sob o processo lúdico e divertido da música, do ritmo, do som, etc,...
Nós possuímos dentro de nós, grande força de vontade e capacidade de transformar uma aula extraordinária e excelente, fazendo música, acerca de letras, sons, ritmos, pensamentos, reflexões, poesias e histórias, através da criatividade e auto-confiança de ser capaz em realizar, criar novas aprendizagens e conhecimentos significativos através da “MÚSICA NA ESCOLA”.
Finalmente acerca desta aula presencial de “Ludicidade e Educação” e “Música na Escola” é de tamanha eminência as mesmas para nós educadores e acadêmicos do curso de Licenciatura em Pedagogia, pois nos trás bases e maneiras diferenciadas de como trabalhar novas aprendizagens significativas e lúdicas ao realizar as aulas, deixando interagir neste processo educacional o dinamismo, criatividade, participação e despertando constantemente nos educandos a vontade e a “cede” de querer aprender cada vez mais.
Literatura Infanto Juvenil e Artes Visuais
No dia 17 de setembro de 2007, ocorreu a primeira aula presencial do 02/2007, tendo como referencia a interdisciplina Literatura Infanto Juvenil e Aprendizagem,
orientada pela professora Maximira André, no qual já foram orientadora no Seminário
Integrador I(2006/02). E também “Artes Visuais” orientada pela professora Ana Claudia Flores Oliveira.
É interessante ressaltar a suma importância destas interdisciplinas para nosso crescimento pessoal e profissional, pois nos trás inúmeros subsídios que nos faz entender e ficar fascinados nestas duas disciplinas.
A Literatura deve estar presente tanto nas crianças, quanto jovens, adultos e idosos, pois é através dela que obtemos novos saberes, aprendizagens, conhecimentos, auto-criticidade, experiências, etc.
De acordo com a professora Maxi: “Leitura é a base de toda construção lógica e do pensamento”. Devido à isto, devemos fazer da leitura um hábito insaciável presente diariamente em nossas vidas, das da família, colegas, vizinhos, alunos, sobrinhos, etc,... mediante uma leitura gostosa, prazerosa e de qualidade, desenvolvendo desta maneira o raciocínio lógico.
Percebi que através das literaturas infantis quando criança eu me parava para escutar e sonhar as estórias que minha mãe, irmãos e professores contavam: Recordo-me nitidamente com 5 anos (na Escolinha Clubinho dos Baixinhos), na peça teatral “Branca de Neve e os Sete Anões”, eu era o personagem da Branca de Neve. Apresentamos esta peça para os pais e familiares. Amei fazer este personagem, como também ler(fazer de conta) e escutar esta estória, como Cinderela, O Patinho Feio, Chapeuzinho Vermelho, entre outros.
Com a aula presencial da interdisciplina de Artes Visuais juntamente com a professora Ana Claudia, percebo o como é divertido e atraente trabalhar esta disciplina em uma sala de aula, mediante qualquer assunto, pois ARTE é interdisciplina e transformadora, devido a mesma servir para:
· Refletir, pensar, questionar, etc,...
· Sentir prazer, ou seja, gostar ou não gostar,...
· Inventar uma nova realidade;
· Entender o mundo, através dos pintores Van Gogh, Picasso, entre outros,...
· Conhecer o mundo, perante as culturas, etnias de outros povos como por exemplo: arte indiana, arte africana, arte japonesa, ...
· Compreender e organizar outros sentidos;
· Vivenciar outras realidades e outros tempos/épocas, pois a ARTE foi testemunho do passado;
· Conhecer outros pensamentos, outras formas de ver o mundo...(Picasso).
Assim sendo, nesta aula, adquiri uma nova conduta e pensamento mediante a ARTE, pois até hoje não havia imaginado as “n” maneiras e formas que a arte está inserida em nosso meio social e familiar.
Segundo a professora Ana Claudia: “ARTE é cognição, é profissão, uma parte diferente da palavra interpretar o mundo, a realidade...”.
A Arte meio educacional bem explorada e trabalhada mediante o fazer artístico, a produção de imagens, leitura da imagem e a contextualização da imagens faz que desperte no aluno novas aprendizagens, novos olhares, novas interpretações de mundo, de vida,...
A professora Claudia nos disse uma frase muito bonita e devido a isto ficou gravada em minha memória: “A ARTE é a experiência e conhecimento, por isso experimentar e conhecer NUNCA é de mais”.
orientada pela professora Maximira André, no qual já foram orientadora no Seminário
Integrador I(2006/02). E também “Artes Visuais” orientada pela professora Ana Claudia Flores Oliveira.
É interessante ressaltar a suma importância destas interdisciplinas para nosso crescimento pessoal e profissional, pois nos trás inúmeros subsídios que nos faz entender e ficar fascinados nestas duas disciplinas.
A Literatura deve estar presente tanto nas crianças, quanto jovens, adultos e idosos, pois é através dela que obtemos novos saberes, aprendizagens, conhecimentos, auto-criticidade, experiências, etc.
De acordo com a professora Maxi: “Leitura é a base de toda construção lógica e do pensamento”. Devido à isto, devemos fazer da leitura um hábito insaciável presente diariamente em nossas vidas, das da família, colegas, vizinhos, alunos, sobrinhos, etc,... mediante uma leitura gostosa, prazerosa e de qualidade, desenvolvendo desta maneira o raciocínio lógico.
Percebi que através das literaturas infantis quando criança eu me parava para escutar e sonhar as estórias que minha mãe, irmãos e professores contavam: Recordo-me nitidamente com 5 anos (na Escolinha Clubinho dos Baixinhos), na peça teatral “Branca de Neve e os Sete Anões”, eu era o personagem da Branca de Neve. Apresentamos esta peça para os pais e familiares. Amei fazer este personagem, como também ler(fazer de conta) e escutar esta estória, como Cinderela, O Patinho Feio, Chapeuzinho Vermelho, entre outros.
Com a aula presencial da interdisciplina de Artes Visuais juntamente com a professora Ana Claudia, percebo o como é divertido e atraente trabalhar esta disciplina em uma sala de aula, mediante qualquer assunto, pois ARTE é interdisciplina e transformadora, devido a mesma servir para:
· Refletir, pensar, questionar, etc,...
· Sentir prazer, ou seja, gostar ou não gostar,...
· Inventar uma nova realidade;
· Entender o mundo, através dos pintores Van Gogh, Picasso, entre outros,...
· Conhecer o mundo, perante as culturas, etnias de outros povos como por exemplo: arte indiana, arte africana, arte japonesa, ...
· Compreender e organizar outros sentidos;
· Vivenciar outras realidades e outros tempos/épocas, pois a ARTE foi testemunho do passado;
· Conhecer outros pensamentos, outras formas de ver o mundo...(Picasso).
Assim sendo, nesta aula, adquiri uma nova conduta e pensamento mediante a ARTE, pois até hoje não havia imaginado as “n” maneiras e formas que a arte está inserida em nosso meio social e familiar.
Segundo a professora Ana Claudia: “ARTE é cognição, é profissão, uma parte diferente da palavra interpretar o mundo, a realidade...”.
A Arte meio educacional bem explorada e trabalhada mediante o fazer artístico, a produção de imagens, leitura da imagem e a contextualização da imagens faz que desperte no aluno novas aprendizagens, novos olhares, novas interpretações de mundo, de vida,...
A professora Claudia nos disse uma frase muito bonita e devido a isto ficou gravada em minha memória: “A ARTE é a experiência e conhecimento, por isso experimentar e conhecer NUNCA é de mais”.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Evidência e Argumentação

Filme: Doze Homens e uma Sentença
Evidência e Argumentação
Foi proposta pela Interdisciplina: Seminário Integrador III, atividades baseando-se pelo filme “Doze homens e uma sentença”, no qual nos foi proposto uma troca mútua de diálogos e experiências entre grupos de colegas, sendo de suma importância para debatermos a questão quanto Evidência e Argumentação. Adquiri perante da mesma, muitos pontos positivos, tanto na minha vida pessoal quanto profissional.
Através desta atividade, consegui perfeitamente através do diálogo, discussão, questionamentos com meus colegas, distinguir a diferença entre evidência e argumentação, pois refleti e analisei, mediante uma visão crítica, sócio-cultural, étnica, que nós – seres humanos - , independente de cor, raça, religião, cultura e étnica, não podemos julgar os fatos e acontecimentos a partir do seu primeiro impacto, ou seja, devemos pensar e repensar as evidências (as vezes parecendo tão certas e corretas), para que não nos equivoquemos. Assim sendo, usaremos a argumentação como um “sinal” de comprovar que as tais evidências não são meras verdades, tendo como objetivo de encontrar a solução/resposta ideal.
Contudo ao relacionar este tema comigo, adquiri uma nova conduta mediante ao fato de refletir, pensar e analisar uma evidência antes de tomar qual quer que seja minha decisão ou conclusão: a de deixá-la presente sempre em minha vida, tendo sempre uma boa argumentação, a fim de agir e pensar corretamente e dignamente, não cometendo injustiças com meus alunos, familiares, amigos, colegas,... por ter julgado evidências equivocadas.
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