NOVEMBRO: 1ª Postagem – 09.11.2010
Olá Pessoal...
Ao realizar as leituras do Eixo VII (2009.2), me chamou atenção à postagem deste Eixo, relacionada com a nossa primeira aula presencial do dia 27.08.2010, da interdisciplina Linguagem e Educação, pois contemplei-a com minha experiência de meu Estágio Curricular Obrigatório (Eixo VIII – 2010.1), tendo em vista a estratégia e abordagem para iniciar a aula.
A professora Patrícia Camini e as tutoras Graciela e Juliana, indagaram os educandos sobre a diferença entre alfabetização e letramento. Então, pediram para se reunir em grupinhos e a tutora Juliana nos perguntou questões para nos fazer pensar e descutir no nosso grupo, como: “O que é alfabetização?; O que é letramento?; O que é mais abrangente, Alfabetização ou Letramento???” entre outros. Posteriormente, após debate em grupos a professora interagiu com todos os grupos, coletivamente, através das respostas que os grupos elaboraram. Foi muito interessante esta estratégia de abordar a temática letramento e alfabetização, pois os educandos se interessavam da discussão e partia o conhecimento do conhecimento prévio de cada um.
A experiência desta aula, através dos questionamentos , o conhecimento prévio e o debate entre educador e educando, apresentou-se nas ferramentas e estratégias realizadas no Estágio Curricular, logo no primeiro dia de aula, na dinâmica: “Encontro das Flores: O que é vida?” realizada em doze de abril de dois mil e dez, abordando o tema Amizade e Município, pois Terra de Areia estava prestigiando seus vinte e dois anos de emancipação.
Nessa aula, os alunos participaram da solenidade de abertura oficial da semana cultural do município. Em seguida, desenvolvi com meus alunos a dinâmica “Encontro das Flores: o que é vida?”, logo estimulei-os a explorar a mensagem que a dinâmica queria nos transmitir, relacionando-a com a data festiva do município.
É muito interessante esta forma de abordar algum tema, pois comecei a observar que meus alunos demonstravam mais interesse e vontade de aprender a partir das atividades diversificadas e atraentes. Assim sendo, aprenderam a história do município significativamente e interagindo um com o outro.
Contudo, ao constatar que meus alunos aprendem melhor e participam ativamente através de práxis educativas instigantes, lúdicas e atrativas, como já mencionado, assim gerou o tema do meu TCC: Lúdico e Matemática: Quanto custa aprender matemática no 5º Ano?”, enfatizar nas aulas de Matemática o conteúdo por meio de atividades envolvendo jogos, com intuito de construir o conhecimento frente aprendizagens significativas.
Segundo Freire (1996, p.47): “Saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção” . De acordo com esse pensador, foi aderida esta concepção através da vivência em meu Estágio Curricular Obrigatório. Ao entrar na sala de aula estava sendo corajosa, aberta a indagações, à curiosidade, perspectivas, inovações, aulas atraentes e lúdicas, às perguntas dos alunos, as suas inibições; inquieta em face da tarefa de educadora que tinha: a de que ensinar não é transferir conhecimentos, mas sim criar oportunidades de aprender constantemente.
Verifica-se necessidade de estabelecer relação entre a práxis e o modo de proporcionar satisfação em aprender os conteúdos de Matemática de maneira cativante ao educando, através de jogos pedagógicos lúdicos.
A prática docente vivenciada no semestre anterior me fez obter experiências vitais relevantes para minha vida, tanto no âmbito pessoal quanto profissional e estudantil. É decorrente de um processo contínuo, desafiador, mediador, animador e propiciador de conhecimentos.
A experiência da aula do Ludicidade e Educação me proporcionaram observar a importância de realizar aulas lúdicas e instigantes, que promove aprendizagens significativas nos meus educandos do 5º Ano, em especial no âmbito do aprender e ensinar os conteúdos de Matemática, no qual resultou muito sucesso. Esta concepção vem ao encontro das ideias de Freire, que concretiza esses saberes interligando a teoria e a minha prática.
Um grande Beijo... Simone Lentz
Reflexão da postagem 27.08.2009:
http://peadportifolio156855.blogspot.com/2009/08/aula-presencial-27082009.html
BIBLIOGRAFIA:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. 36ª Ed.São Paulo: Paz e Terra, 1996.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
Refletindo e analisando....
Outubro: 5ª Postagem – 30.10.2010
Olá pessoal...
Bom, realizei na semana passada o meu comentário sobre as postagens referente ao mês de outubro e não percebi que ainda havia mais uma semana referente este mês, então retomei as postagens referente ao eixo VI e deparei-me com a do dia 22 de junho de 2009, denominada: “Filosofandooo...”, referente a interdisciplina Filosofia da Educação.
Nela, está abordada meu encantamento frente a primeira aula presencial em 23.03.2009, a partir de questionamentos essenciais presentes em nossas vidas, me permitindo refletir e filosofar de maneira adequada, respeitando o senso comum das pessoas, para então ser critico e decidir em suas opiniões.
Assim sendo, refletindo esta mensagem, deparei-me com o pensamento de nosso Paulo Freire:
Ninguém é autônomo primeiro para depois decidir. A autonomia vai se construindo na experiência de várias, inúmeras decisões, que vão sendo tomadas.[...] Ninguém é sujeito da autonomia de ninguém.[...] A autonomia, enquanto amadurecimento do ser para si, é processo, é vir a ser. Não ocorre em data marcada. É neste sentido que uma pedagogia da autonomia tem de estar centrada em experiências estimuladoras da decisão e da responsabilidade, vale dizer, em experiências respeitosas da liberdade. (FREIRE, p.107)
Percebo através de Freire o grande papel de nós educadores, mediante a realidade em que estamos inseridos, juntamente com os alunos, pais, comunidade escolar, perante aos âmbitos: “participação e autonomia”, e que o sujeito deve participar ativamente e congruente mente na construção do processo educacional das instituições de ensino, havendo assim relação de experiências congruente entre o mundo e o meio, perfazendo uma ligação entre ambas com o intuito de obter sucesso e alcançar seus objetivos, ideais e desejos frente o processo de ensino-aprendizagem do ensino com práxis de liberdade e espontaneidade.
Contudo, essa postagem me fez filosofar sobre o papel da educação libertadora, de Paulo Freire, me dando suporte para refletir sobre as minhas práxis do Estágio Curricular Obrigatório, dando ênfase em ensinar meus alunos a matemática de maneira inusitada, lúdica, libertadora, etc..
A postagem escolhida foi: http://peadportifolio156855.blogspot.com/2009/06/filosofandoo.html
Bibliografia:
- FREIE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo. Paz e Terra, 1996.
Beijoss Simone Lentz
Olá pessoal...
Bom, realizei na semana passada o meu comentário sobre as postagens referente ao mês de outubro e não percebi que ainda havia mais uma semana referente este mês, então retomei as postagens referente ao eixo VI e deparei-me com a do dia 22 de junho de 2009, denominada: “Filosofandooo...”, referente a interdisciplina Filosofia da Educação.
Nela, está abordada meu encantamento frente a primeira aula presencial em 23.03.2009, a partir de questionamentos essenciais presentes em nossas vidas, me permitindo refletir e filosofar de maneira adequada, respeitando o senso comum das pessoas, para então ser critico e decidir em suas opiniões.
Assim sendo, refletindo esta mensagem, deparei-me com o pensamento de nosso Paulo Freire:
Ninguém é autônomo primeiro para depois decidir. A autonomia vai se construindo na experiência de várias, inúmeras decisões, que vão sendo tomadas.[...] Ninguém é sujeito da autonomia de ninguém.[...] A autonomia, enquanto amadurecimento do ser para si, é processo, é vir a ser. Não ocorre em data marcada. É neste sentido que uma pedagogia da autonomia tem de estar centrada em experiências estimuladoras da decisão e da responsabilidade, vale dizer, em experiências respeitosas da liberdade. (FREIRE, p.107)
Percebo através de Freire o grande papel de nós educadores, mediante a realidade em que estamos inseridos, juntamente com os alunos, pais, comunidade escolar, perante aos âmbitos: “participação e autonomia”, e que o sujeito deve participar ativamente e congruente mente na construção do processo educacional das instituições de ensino, havendo assim relação de experiências congruente entre o mundo e o meio, perfazendo uma ligação entre ambas com o intuito de obter sucesso e alcançar seus objetivos, ideais e desejos frente o processo de ensino-aprendizagem do ensino com práxis de liberdade e espontaneidade.
Contudo, essa postagem me fez filosofar sobre o papel da educação libertadora, de Paulo Freire, me dando suporte para refletir sobre as minhas práxis do Estágio Curricular Obrigatório, dando ênfase em ensinar meus alunos a matemática de maneira inusitada, lúdica, libertadora, etc..
A postagem escolhida foi: http://peadportifolio156855.blogspot.com/2009/06/filosofandoo.html
Bibliografia:
- FREIE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo. Paz e Terra, 1996.
Beijoss Simone Lentz
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Analisandooo o mês de Outubro...
Outubro: 4ª Postagem – 22.10.10
Olá Pessoal!!!
Nesta semana venho refletir acerca das postagens que realizei durante o mês de outubro.
A primeira foi realizada em 01.10.10, a segunda em 08.10.10, terceira em 15.10.10 e a quarta 22.10.10
Nas postagens abordei sobre as seguintes Interdisciplinas:Representação do Mundo pela Matemática(eixo IV), Psicologia da Vida Adulta (eixo V), Didática, Planejamento e Avaliaçãon(eixo VI). Nestas interdisciplinas é explicito minha caminhada frente a forma lúdica de ensinar e aprender, demonstrando relatos meus por experiência própria e também havendo relaçãocom referências teóricos como Piaget, Tânia Marques, Miguel Arroio, Luiz Fernando Veríssimo e Vygotsky.
Na primeira postagem de outubro relatei sobre o lúdico e a matemática, fundamentando em meu TCC...
Na segunda postagem de outubro abordei a questão aprendizagem significativa, instigante englobando com a relação harmônica entre educador e educando.
Na terceira postagem explicitei referente a Práxis educacional e o verdadeiro papel do educador mediante o meio que vivemos.
Foram postagens significativas e relevantes para mim, pois me fez refletir e analisar de outras formas, além de dar suporte para a construção do meu TCC...
Um grande Beijoo
Simone Lentz
Olá Pessoal!!!
Nesta semana venho refletir acerca das postagens que realizei durante o mês de outubro.
A primeira foi realizada em 01.10.10, a segunda em 08.10.10, terceira em 15.10.10 e a quarta 22.10.10
Nas postagens abordei sobre as seguintes Interdisciplinas:Representação do Mundo pela Matemática(eixo IV), Psicologia da Vida Adulta (eixo V), Didática, Planejamento e Avaliaçãon(eixo VI). Nestas interdisciplinas é explicito minha caminhada frente a forma lúdica de ensinar e aprender, demonstrando relatos meus por experiência própria e também havendo relaçãocom referências teóricos como Piaget, Tânia Marques, Miguel Arroio, Luiz Fernando Veríssimo e Vygotsky.
Na primeira postagem de outubro relatei sobre o lúdico e a matemática, fundamentando em meu TCC...
Na segunda postagem de outubro abordei a questão aprendizagem significativa, instigante englobando com a relação harmônica entre educador e educando.
Na terceira postagem explicitei referente a Práxis educacional e o verdadeiro papel do educador mediante o meio que vivemos.
Foram postagens significativas e relevantes para mim, pois me fez refletir e analisar de outras formas, além de dar suporte para a construção do meu TCC...
Um grande Beijoo
Simone Lentz
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Analisando o VI eixo...
Outubro: 3ª postagem – 15.10.10
Analisando o VI eixo...
Olá Pessoal...
Nesta terceira semana do mês de Outubro refleti acerca das minhas postagens realizadas no VI semestre, em 2009.1.
A postagem elencada é a do dia 31 de agosto de 2009, denominada: “Reflexão das Minhas Práxis Educacionais”.
Nela eu abordei sobre uma análise e reflexão do texto O MENININHO de Miguel Arroio e a charge de Luíz Fernando Veríssimo, proporcionada pela interdisciplina Didática, Planejamento e Avaliação.
Achei interessante esta postagem, pelo fato de a presente disciplina me proporcionar refletir e analisar sobre o verdadeiro papel do educador sobre a práxis educacional, e as marcas possíveis que posso deixar aos meus alunos, tanto boas ou não.
Isso leva em consideração como o educador se depara com sua prática. Eu por exemplo, sigo uma linha de educadora medializadora de conhecimentos aos meus educandos, como nosso fabuloso Paulo Freire, em sua Educação Libertadora. O pensador relata sobre o papel do professore frente uma educação qualificada e instigante aos educandos.
Em minha carreira docente sempre sigo a linha do pensador Freire, pois tenho convicção pelos meus estudos, que a UFRGS me proporcionador durante todos os eixos até o momento, que a educação qualificada é quando o educando se faz presente ativamente no processo de ensino-aprendizagem.
Em meu TCC, utilizarei esse grande pensador, que enfatiza sobre a Educação Libertadora, ao qual contemplou teoria e práxis em meu Estágio Curricular obrigatório, como por exemplo, realizei inúmeras atividades relevantes que os educandos eram sujeitos do seu próprio conhecimento, como o Projeto de Aprendizagem, jogos de matemática (bingos, histórias matemáticas, teatros de palitoches, etc...). Por isso, sou convicta QUE Freire me proporcionou ser uma educadora medializadora de aprendizagem.
Um grande beijooo Simone Lentz
Analisando o VI eixo...
Olá Pessoal...
Nesta terceira semana do mês de Outubro refleti acerca das minhas postagens realizadas no VI semestre, em 2009.1.
A postagem elencada é a do dia 31 de agosto de 2009, denominada: “Reflexão das Minhas Práxis Educacionais”.
Nela eu abordei sobre uma análise e reflexão do texto O MENININHO de Miguel Arroio e a charge de Luíz Fernando Veríssimo, proporcionada pela interdisciplina Didática, Planejamento e Avaliação.
Achei interessante esta postagem, pelo fato de a presente disciplina me proporcionar refletir e analisar sobre o verdadeiro papel do educador sobre a práxis educacional, e as marcas possíveis que posso deixar aos meus alunos, tanto boas ou não.
Isso leva em consideração como o educador se depara com sua prática. Eu por exemplo, sigo uma linha de educadora medializadora de conhecimentos aos meus educandos, como nosso fabuloso Paulo Freire, em sua Educação Libertadora. O pensador relata sobre o papel do professore frente uma educação qualificada e instigante aos educandos.
Em minha carreira docente sempre sigo a linha do pensador Freire, pois tenho convicção pelos meus estudos, que a UFRGS me proporcionador durante todos os eixos até o momento, que a educação qualificada é quando o educando se faz presente ativamente no processo de ensino-aprendizagem.
Em meu TCC, utilizarei esse grande pensador, que enfatiza sobre a Educação Libertadora, ao qual contemplou teoria e práxis em meu Estágio Curricular obrigatório, como por exemplo, realizei inúmeras atividades relevantes que os educandos eram sujeitos do seu próprio conhecimento, como o Projeto de Aprendizagem, jogos de matemática (bingos, histórias matemáticas, teatros de palitoches, etc...). Por isso, sou convicta QUE Freire me proporcionou ser uma educadora medializadora de aprendizagem.
Um grande beijooo Simone Lentz
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Analisandooo o V eixo...
Outubro: 2ª postagem – 08.10.10
Olá Pessoal..
Nesta segunda semana de Outubro pude refletir e analisar minhas postagens realizadas no V semestre, em 2008.2. A que me chamou mais atenção foi referente ao dia 11.11.2008 – denominada: “O adulto e o processo de ensino-aprendizagem.
Esta postagem elencada foi dirigida pela interdisciplina Psicologia da Vida Adulta – Aula 6 e frente análise de leitura do texto “Aprendizagem na Vida Adulta” de Tânia Beatriz I. Marques.
Ao averiguar esta postagem me chamou atenção a questão referente a relação professor-aluno, ao qual lá desencadeia entre o aluno adulto, mas devemos também traze-la para todos os anos( não somente na EJA) mas também em todas as séries.
Relatei o seguinte:
“Para mim educadora, acredito que deve haver sim uma relação entre professor e aluno, pois a educação também se dá tanto perante o mundo de convivência quanto processo interior de cada ser, obtendo troca recíprocas de transformações com o seu meio no qual sou convicta disto, pois vivenciei plenamente este fato, obtendo uma aprendizagem significativa, lúdica, instigante e prazerosa, como de transferência.
É necessário e relevante que como educadora se coloque no lugar do aluno para sanar suas dúvidas, incertezas e responder ao nível de entendimento do mesmo, a fim de qualificar a relação social existente entre ambos, aderindo um elo e complexidade de entendimento frente o processo de ensino-aprendizagem.”
É relevante este processo entre educando e educador, pois há uma relação harmoniosa entre ambos e também facilita o ensino-aprendizagem. Evidencia-se, então, que o educando aderi uma aprendizagem significativa. Isso me direcionou pensar sobre as aprendizagens mediante um ótimo convívio entre o meio escolar.
O aluno podendo participar ativamente, opinar, sugerir, ... propicia uma educação democrática e relevante para TODOS os envolvidos neste processo, por isso é necessário o educador se colocar no lugar do aluno, para que construímos juntos uma EDUCAÇÃO de QUALIDADE para todos.
Um grande beijooo
Simone Lentz
Olá Pessoal..
Nesta segunda semana de Outubro pude refletir e analisar minhas postagens realizadas no V semestre, em 2008.2. A que me chamou mais atenção foi referente ao dia 11.11.2008 – denominada: “O adulto e o processo de ensino-aprendizagem.
Esta postagem elencada foi dirigida pela interdisciplina Psicologia da Vida Adulta – Aula 6 e frente análise de leitura do texto “Aprendizagem na Vida Adulta” de Tânia Beatriz I. Marques.
Ao averiguar esta postagem me chamou atenção a questão referente a relação professor-aluno, ao qual lá desencadeia entre o aluno adulto, mas devemos também traze-la para todos os anos( não somente na EJA) mas também em todas as séries.
Relatei o seguinte:
“Para mim educadora, acredito que deve haver sim uma relação entre professor e aluno, pois a educação também se dá tanto perante o mundo de convivência quanto processo interior de cada ser, obtendo troca recíprocas de transformações com o seu meio no qual sou convicta disto, pois vivenciei plenamente este fato, obtendo uma aprendizagem significativa, lúdica, instigante e prazerosa, como de transferência.
É necessário e relevante que como educadora se coloque no lugar do aluno para sanar suas dúvidas, incertezas e responder ao nível de entendimento do mesmo, a fim de qualificar a relação social existente entre ambos, aderindo um elo e complexidade de entendimento frente o processo de ensino-aprendizagem.”
É relevante este processo entre educando e educador, pois há uma relação harmoniosa entre ambos e também facilita o ensino-aprendizagem. Evidencia-se, então, que o educando aderi uma aprendizagem significativa. Isso me direcionou pensar sobre as aprendizagens mediante um ótimo convívio entre o meio escolar.
O aluno podendo participar ativamente, opinar, sugerir, ... propicia uma educação democrática e relevante para TODOS os envolvidos neste processo, por isso é necessário o educador se colocar no lugar do aluno, para que construímos juntos uma EDUCAÇÃO de QUALIDADE para todos.
Um grande beijooo
Simone Lentz
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
A importância da Matemática mediante o lúdico
Outubro: 1ª Postagem – 01.10.10
Olá Pessoal...
Ao visitar o Eixo IX, escolhi duas postagens relevantes, pois as duas fazem ligações com o tema do meu TCC. Ambas postagens são da Interdisciplina Representação do Mundo pela Matemática
A primeira foi postada em nove de maio de dois mil e oito(09.05.2010). Denominada como: “O Jogar”.
Esta postagem relata sobre a primeira aula presencial do Eixo IV em 17.03.2008, e que através da oficina dos jogos que os professores da interdisciplina Representação do Mundo pela Matemática nos proporcionaram foi algo fascinante, descrevi da seguinte forma:
“Foi uma aula para mim muito divertida e prazerosa, pois tivemos a oficina de jogos, no qual jogamos em grupos o baralho Maria “Pif Paf Maria” e a “Atividade da caixa”.
O jogo “Pif Paf Maria” ou seja baralho Maria, eu simplesmente adorei, pois posso afirmar que para nosso grupo até perceber as regras, tivemos dificuldades, mas posteriormente ao jogar percebemos o quanto nos exercita o raciocínio lógico matemático, atenção, concentração e agilidade.”
Pois através da primeira aula presencial de matemática, vivenciei algo que me buscou hoje ir estudar e pesquisar sobre a temática do meu TCC, que é: “o lúdico e a matemática”. O título é: “Quanto custa aprender matemática no 5º Ano?”.
Bem, através do jogo,nós possuímos um pouco de dificuldades de compreender, mas ao entendê-lo, fica fácil, divertido e interessante. Até mesmo porque naquela época me propus de aplicá-lo aos meus alunos modificando um pouquinho.
A segunda postagem que achei relevante foi do dia cinco de junho de 2008 (05.06.2008), denominada: “Novas formas de Conhecimento”, que aborda sobre “Números e Operações”.
Abordei sobre a importância de trabalhar matemática pelo fato de estar interligados como o nosso cotidiano com nossos alunos. Também relatei sobre o meu gostar de matemática através da professora Cristiana. Outro ponto abordado foi os objetivos de abordar jogos na aula de matemática.
“O uso de jogos e curiosidades no ensino da Matemática, tem o objetivo de fazer com que os alunos gostem de aprender essa disciplina ou área do conhecimento, mudando a rotina da classe e despertando o interesse dos envolvidos.
A aprendizagem, por meio de jogos: como baralho, boliche, dominó, quebra cabeça, palavras cruzadas, memória e outros, permite que o aluno faça da aprendizagem um processo interessante e até divertido”. O lúdico influencia enormemente o desenvolvimento da criança. É através do jogo que a criança aprende a agir, sua curiosidade é estimulada, adquire iniciativa e autoconfiança, proporciona o desenvolvimento da linguagem, do pensamento e da concentração”. Vygotsky
Assim sendo, nós educadores precisamos trabalhar a matemática ao aluno de maneira desafiadora e lúdica, propiciando ao educando o desenvolvimento da criatividade para refletir, analisar e tomar decisões na resolução dos problemas cotidianos.”
Contudo, em ambas postagem reflete sobre minhas concepções acerca do jogo estar presente nas aulas de Matemática, vinculações no processo de ensino-aprendizagem, o entender e gostar desta matéria facinante e extraordinária.
Fiquei feliz ao ler que em 2008, já havia pensamentos sobre a temática do meu TCC, porém quando escrevi nunca imaginava que seria a abordagem do mesmo. São argumentações relevantes que concerteza levarei para o meu TCC.
Um grande Beijoo
Simone Lentz
Olá Pessoal...
Ao visitar o Eixo IX, escolhi duas postagens relevantes, pois as duas fazem ligações com o tema do meu TCC. Ambas postagens são da Interdisciplina Representação do Mundo pela Matemática
A primeira foi postada em nove de maio de dois mil e oito(09.05.2010). Denominada como: “O Jogar”.
Esta postagem relata sobre a primeira aula presencial do Eixo IV em 17.03.2008, e que através da oficina dos jogos que os professores da interdisciplina Representação do Mundo pela Matemática nos proporcionaram foi algo fascinante, descrevi da seguinte forma:
“Foi uma aula para mim muito divertida e prazerosa, pois tivemos a oficina de jogos, no qual jogamos em grupos o baralho Maria “Pif Paf Maria” e a “Atividade da caixa”.
O jogo “Pif Paf Maria” ou seja baralho Maria, eu simplesmente adorei, pois posso afirmar que para nosso grupo até perceber as regras, tivemos dificuldades, mas posteriormente ao jogar percebemos o quanto nos exercita o raciocínio lógico matemático, atenção, concentração e agilidade.”
Pois através da primeira aula presencial de matemática, vivenciei algo que me buscou hoje ir estudar e pesquisar sobre a temática do meu TCC, que é: “o lúdico e a matemática”. O título é: “Quanto custa aprender matemática no 5º Ano?”.
Bem, através do jogo,nós possuímos um pouco de dificuldades de compreender, mas ao entendê-lo, fica fácil, divertido e interessante. Até mesmo porque naquela época me propus de aplicá-lo aos meus alunos modificando um pouquinho.
A segunda postagem que achei relevante foi do dia cinco de junho de 2008 (05.06.2008), denominada: “Novas formas de Conhecimento”, que aborda sobre “Números e Operações”.
Abordei sobre a importância de trabalhar matemática pelo fato de estar interligados como o nosso cotidiano com nossos alunos. Também relatei sobre o meu gostar de matemática através da professora Cristiana. Outro ponto abordado foi os objetivos de abordar jogos na aula de matemática.
“O uso de jogos e curiosidades no ensino da Matemática, tem o objetivo de fazer com que os alunos gostem de aprender essa disciplina ou área do conhecimento, mudando a rotina da classe e despertando o interesse dos envolvidos.
A aprendizagem, por meio de jogos: como baralho, boliche, dominó, quebra cabeça, palavras cruzadas, memória e outros, permite que o aluno faça da aprendizagem um processo interessante e até divertido”. O lúdico influencia enormemente o desenvolvimento da criança. É através do jogo que a criança aprende a agir, sua curiosidade é estimulada, adquire iniciativa e autoconfiança, proporciona o desenvolvimento da linguagem, do pensamento e da concentração”. Vygotsky
Assim sendo, nós educadores precisamos trabalhar a matemática ao aluno de maneira desafiadora e lúdica, propiciando ao educando o desenvolvimento da criatividade para refletir, analisar e tomar decisões na resolução dos problemas cotidianos.”
Contudo, em ambas postagem reflete sobre minhas concepções acerca do jogo estar presente nas aulas de Matemática, vinculações no processo de ensino-aprendizagem, o entender e gostar desta matéria facinante e extraordinária.
Fiquei feliz ao ler que em 2008, já havia pensamentos sobre a temática do meu TCC, porém quando escrevi nunca imaginava que seria a abordagem do mesmo. São argumentações relevantes que concerteza levarei para o meu TCC.
Um grande Beijoo
Simone Lentz
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Setembro: 4ª Postagem – 24.09.10
Olá Pessoal!!!
Nesta semana venho refletir acerca das postagens que realizei durante o mês de setembro.
A primeira foi realizada em 01.09.10, a segunda em 03.09.10, terceira em 10.09.10 e a quarta 17.09.10
Nas postagens abordei sobre as seguintes Interdisciplinas: Seminário Integrador I e Seminário Integrador II, pois ambas foram de suma relevância para eu estar hoje nesta caminhada do PEAD.
Nelas abordei assuntos pertinentes como: “Aprendizagem Cooperativa”, “Evidências e Argumentação” e “Organização de Tempo”.
Em todas postagens averigüei fotos que são muito interessantes que se ligam acerca da construção de meu TCC.
Primeiramente, Aprendizagem Cooperativa = o lúdico na matemática traz evidencias do meu estágio curricular obrigatório, com o qual trabalhei no semestre anterior(2010.1), em que o lúdico permite que a matemática cooperativa seja contagiante e aprendente de maneira diversificada e pelas trocas de experiências significativas.
Na segunda postagem foi louvável pelo fato de abordar a ARGUMENTAÇÃO como algo fenomenal no TCC, pois é através do mesmo que se pode refletir, analisar, constatar... os escritos do meu TCC, trazendo evidências concretas vivenciadas no estágio curricular.
E na terceira referente a organização do tempo, é fundamental importância para mim, pois designa ser uma “ferramenta” principal para me aprofundar de “corpo” e “alma” frente a construção do TCC.
Contudo, tudo o que foi abordado até o momento são de suma relevância para eu, devido fazer parte da minha caminhada desde o inicio do PEAD, e que hoje são “ferramentas” importantíssimas para mim estar hoje realizando o meu TCC.
Um grande Beijoo
Simone Lentz
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