terça-feira, 29 de abril de 2008

Apresentação Oral – Eixo IV – 2007/2

Novos desafios, experiências e descobertas relevantes em minha vida.

A interdisciplina do Seminário Integrador III (Eixo3 – 2007/2) propôs a nós estudantes do PEAD uma proposta de trabalho significante e instigante, mediante novos sabores e experiências adquiridos e exercidos nos âmbitos: profissional, pessoal e social, a fim de construir com finalidade o Portfólio de Aprendizagem. Deste modo, no dia 07 de janeiro de 2008, todos os acadêmicos fizeram uma apresentação oral, referente ao portfólio em que está explicito suas novas aprendizagens e experiências marcadas em seu meio educacional no corrente semestre.
Ao realizar reflexões e a construção de meu portfólio de Aprendizagem, procurei explicitar minhas atividades praticas, mediante a interdisciplinariedade da “Ludicidade e Educação” com todas as demais.
Escolhi esta disciplina devido até antes de começar a estudá-la não imaginava tamanha a eminência, podendo utilizá-la de forma interdisciplinar, pois posso trabalhar em minha prática docente, inúmeras maneiras, mediante um conteúdo do Currículo Escolar, juntamente com o objetivo de que meus alunos se interessem, interajam e queiram aprender mais sobre determinado conteúdo ou assunto em questão.
Afirmo que anteriormente imaginava que a Ludicidadese fazia presente somente perante meios de recursos didáticos diversificados, eficazes e desenvolvidos, mas com o passar do semestre, adquiri uma nova postura/conduta, frente este meu pensamento, no qual percebo atualmente que ao dar uma aula, não devo usufruir somente de materiais diversificados e diferentes, e sim mediante jogos, brincadeiras e algo que desperte a curiosidade, no qual os educandos interagem ativamente com a aula e têm interesse em aprender e descobrir novos desafios e conhecimentos.
Como educadora, trabalho com meus alunos o despertar da criança, com o intuito de desenvolver e instigar as imaginações, sonhos, fantasias, como também a criatividade, coordenação motora fina ou ampla, etc.
Quanto minha apresentação oral, ressalto que foi desafiadora, devido ter ficado nervosa na hora de apresentar, mas estava confiante e segura, pois tinha me preparado e estudado muito.
Acredito que esta, além de ser DESAFIADORA, foi também uma experiência de vida eminente tanto estudantil, quanto profissional e pessoal, pois em todos os âmbitos adquiri pontos positivos e relevantes no apresentar, comunicar, escutar, ... como também aderi muitas outras aprendizagens com os professores da bancada e colegas acadêmicos, mediante práticas educacionais, experiências de vida e sugestões.
Estou convicta que este momento de compartilhar conhecimentos e saberes será de grande valia em minha vida, principalmente aplicando-o em minhas práxis educacionais.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

6ª Bienal do Mercosul

6ª Bienal do Mecosul

Mediante a interdisciplina de Artes Visuais, como educadora tive o privilégio de realizar atividades que me embasaram e propiciaram um novo olhar para a visitação do tão famoso evento realizado em Porto Alegre: a 6ª Bienal do Mercosul, podendo conhecer e profundar meus conhecimentos perante as obras artísticas.
Assim sendo, obtive nestas atividades um conhecimento teórico, ou seja, me aprofundei nos materiais de apoio referente a Bienal como: como ocorreu seu surgimento; de quanto em quanto tempo se realiza; o verdadeiro significado de seu nome; a caminhada que teve durante estes anos de duração de obras, artistas,... e também aprofundando-me sobre referenciais teóricos de artistas e suas famosas obras.
Como também obtive um conhecimento prático, ou seja, tive a oportunidade de ir visitar a Bienal, conhecendo presencialmente as obras dos artístas Jorge Macchi, Francisco Matto e Oyvind Fahlstron.
Visitando a 6ª Bienal do Mercosul no dia 10/11/2007, pude conhecer a proposta de Arte Cultural do Gabriel Pérez-barreiro, organizador de toda a mostra na METÁFORA CENTRAL DE “a Terceiora Margem do Rio”, do conto de João Guimarães Rosa.
Contudo consegui obter uma nova visão (um terceiro olhar) frente o quê Guimarães Rosa retratou bastante neste evento, partindo de questões do nosso cotidiano, a margem, e sobre algo que está desperccebidoem nossos olhos por ser naturais tão simples no qual não dávamos tamanha importância e que somado a criatividade iria tornar-se em uma belíssima, linda e fascinante obra artística.
Por meio da participação deste evento, obtive subsídios para trabalhar atividades diversificadas e criativas com meus alunos, uma delas foi mediante a obra “Fogos de Artifícios” no qual para meus alunos as pegadas representavam a nossa vida através de uma enorme caminhada, como também os espaços(maiores) que vão formando-se em nossas vidas, nossa independência, autonomia, criatividade,...
É de grande valia para nós educadores participar de mostras culturais artísticas, pois estas exposições nos trazem novas visões, olhares, pensamentos, idéias, conhecimentos, com o intuito de obtermos crescimento, dinamismo e aprimoramento, tanto no campo profissional, quanto no pessoal.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Novos desafios em minha prática educativa

É eminente ressaltar que nós educadores obtemos enormes desafios ao trabalhar o conhecimento e aprendizagem mediante a Proposta Triangular, multiculturalismo e cultura visual na escola, pois enfrentamos inúmeros problemas como: a falta de professores qualificados nesta disciplina e por consequência disto, posso acrescentar por experiência própria, que meus alunos ai iniciar o ano letivo, não se importavam e nem se interessavam em realizar as minhas atividades relacionadas com Arte.
Com o decorrer dos trimestres, consegui mudar este comportamento e pensamento de meus alunos, devido sempre procurar fazer uma ligação dos estudos da Arte com os estudos das outras disciplinas. Já obtive resultados relevantes e positivos, pois meus alunos estão adorando trabalhar desta maneira e estão adquirindo desta forma, novas aprendizagens significativas e trocas recíprocas de conhecimentos entre EDUCADORES X EDUCANDOS e vice-versa.
Umas de minhas propostas de trabalho foi a leitura do quadro “Aleijadinho”. Após o studo profundo desta obra e da biografia de Aleijadinho, mostrei aos meus educandos várias obras do mesmo, na qual os alunos escolheram uma em cada grupo. Os componentes do grupo, fizeram a leitura da obra, análise e representaram através de cartazes, colagens de gravuras: jornais, revistas, gibis, ... e pintura e criatividade a critério dos alunos.
Posteriormente apresentaram sua obra, explicando o quê e por que escolheram esta obra, seu significado, etc.
Consequentemente posso ampliar os conhecimentos sobre a ARTE em meus educandos. Realizando aulas diversificadas, interessantes e prazerosas paa os alunos, aliás foi mediante a esta interdisciplina me aprofundei e estudei obras e artistas de diferentes épocas, estilos e movimentos, dando subsídios em elaborar e trabalhar aulas diversificadas.

A vida é uma Arte...

Mediante a temática 2”Tendências Contemporânea no Ensino de Arte” do bloco 1, da interdisciplina de Artes Visuais, fiquei interessada em poder conhecer, interpretar, ler, contextualizar a obra famosa e fabulosa do mundo “As meninas” pintado no século XVII pelo espanhol Diego Velazquéz.
Ao realizar a leitura do quadro, obtive algumas dificuldades em responder os questionamentos, mas pesquisando, lendo e me empenhando tive um enorme crescimento frente a aprendizagem e novos conhecimentos tanto como pessoa quanto educadora.
A partir da atividade prática desta temática parti de corpo e alma para a elaboração de uma nova obra, inspirando-se pela obras As Meninas de Velazquéz.
Senti insegurança neste momento, pois mesmo tido estudado e aprofundado a parte teórica, a parte prática em pintar algo segundo o artista, surgem inúmeras idéias e pensamentos e no qual não imaginava como transmitir para a obra o mesmo.
Por fim consegui elaborar uma linda obra, feita e pintada a mão e lápis de cor.
No momento da realização da Parte Prática me espelhei em meus alunos, deixei a minha imaginação fluir, minha insegurança de lado e iniciei minha obra , tendo como objetivo conseguir expressar meu pensamento através da mesma, comunicando aos indivíduos que visualizarem uma obra de arte: cultural e visual.
Contudo, fiquei realizada em Ter esta oportunidade de: “fazer”, ”ler” e ”contextualizar” uma obra de arte, segundo Ana Mãe Barbosa, sendo de grande valia para o meu entendimento, aprendizagem e crescimento cultural e artístico.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Nunca é tarde repensar em seu próprio erro... e mudar seus atos!!!

É eminente explicitar minha nova descoberta, pois uma grande colega e amiga me fez sanar um equívoco, frente minha linguagem oral, mas não gráfica.
Em minha oralidade era errônea a maneira que pronunciava as seguintes palavras: subsidio e intuito.
É comum e grave este erro entre o meio comunicativo das pessoas, devido muitas vezes errarmos porque escrevemos como falamos.
Contudo, principalmente nós professores, devemos procurar nos corrigir tanto em nossas linguagens orais, quanto nas linguagens gráficas, afim de que nossos alunos não aprendam a forma errada, mas sim a forma íntegra e correta.
Fico feliz e alegre em sanar este meu erro, pois cada dia que passa aprendo e melhoro cada vez mais. Estou sempre dizendo aos meus alunos que não precisamos ter vergonha de errar, porque “é errando que se aprende”.

Um novo olhar frente o meio educacional...

Em 27 de setembro de 2007, ocorreu a terceira aula presencial com a interdisciplina “Teatro na Educação” com a orientação da professora Rossana Perdomini Della Costa e Celina.
Foi eminente essa aula para mim, tanto como pessoa, quanto como profissional na área da educação, pois relembrei e conheci alguns conceitos, brincadeiras e rodas cantadas esquecidas até então em minha memória.
Acredito que nesse dia eu voltei ao meu tempo de criança, pois brinquei, imaginei, parei, refleti, dialoguei, criei,...em fim, voltei a ser criança, mediante inúmeras brincadeiras realizadas orientadas pela professora.
Assim sendo, conheci através dessas atividades, novas formas de abordar o teatro com os meus alunos, partindo sempre da ludicidade, do prazer, do gostoso, do conhecimento prévio, como foi realizado comigo nesta aula, isto é, interagindo inteiramente com a aula desenvolvendo pensamento, a criatividade, dinamismo e proporcionando conhecimentos significativos.
É fascinante esta abordagem, devido nunca ter imaginado a ocorrência de como seria trabalhar o teatro na escola. Acerca da aula, obtive novas fontes e subsídios de realizar uma aula criativa e extraordinária com meus alunos.
Por tais razões posso ressaltar a tamanha importância desta aula e interdisciplina para mim, de fato adquiri e irei aprender cada vez mais novas maneiras da abordagem do teatro em minha carreira docente, obtendo desafios surpreendentes e relevantes mediante minha profissão, educadora.

Aprendendo novos horizontes...

Na segunda aula presencial, dia 24 de setembro de 2007, foi apresentado as interdisciplinas Ludicidade e Educação; e Música na Escola, juntamente com os professores Elder Siqueira e Leda Maffioletti.
Nesta aula aprendemos que tanto a música quanto a Ludicidade é de fundamental importância estar presente na vida da criança, ou seja, de nossos alunos.
A Ludicidade tem um papel importante para criança despertar o interesse de aprender, jogar, brincar, pensar perante o processo de crescimento e desenvolvimento da mesma.
O educador pode trabalhar o despertar da criança com o intuito de desenvolver-lhes as imaginações, sonhos, fantasias como também a criatividade, coordenação motora ampla e/ou fina,...
Eu considero que Ludicidade é interdisciplinar, ou seja, podemos trabalhar em uma sala de aula de várias maneiras, mediante um conteúdo do Currículo Escolar, com o objetivo de que os alunos se interessem e interajam e também queiram aprender mais sobre “tal” conteúdo, ou assunto em questão.
Ao realizarmos uma brincadeira e/ou dinâmica, com um objetivo, nossos alunos conseguem detectar e interagir conosco, pois através das mesmas as crianças aprendem espontaneamente, interagindo juntamente com o professor. Como também a brincadeira necessita, de concentração e reflexão, dinamismo, criatividade através do processo lúdico, gostoso, prazeroso para a criança.
A música é outra disciplina que através da professora Leda adquirimos um novo olhar, mediante como trabalha-la numa sala de aula, sendo de maneira lúdica, gostosa, criativa,....
Contudo, por meio dessa aula obtive um novo pensamento referente “MUSICA NA ESCOLA”, pois até então não imaginava outras formas de inventar e criar sob o processo lúdico e divertido da música, do ritmo, do som, etc,...
Nós possuímos dentro de nós, grande força de vontade e capacidade de transformar uma aula extraordinária e excelente, fazendo música, acerca de letras, sons, ritmos, pensamentos, reflexões, poesias e histórias, através da criatividade e auto-confiança de ser capaz em realizar, criar novas aprendizagens e conhecimentos significativos através da “MÚSICA NA ESCOLA”.
Finalmente acerca desta aula presencial de “Ludicidade e Educação” e “Música na Escola” é de tamanha eminência as mesmas para nós educadores e acadêmicos do curso de Licenciatura em Pedagogia, pois nos trás bases e maneiras diferenciadas de como trabalhar novas aprendizagens significativas e lúdicas ao realizar as aulas, deixando interagir neste processo educacional o dinamismo, criatividade, participação e despertando constantemente nos educandos a vontade e a “cede” de querer aprender cada vez mais.