quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Reflexão do eixo VII com a experiência educacional - Estágio Curricular e o TCC

NOVEMBRO: 2ª Postagem – 10.11.2010
Olá Pessoal...
Outra postagem que me chamou atenção, referente ao Eixo VII(2009.2), foi do dia nove de setembro de 2009, denominada: “A Importância do Planejamento”, da interdisciplina “Didática, Planejamento e Avaliação”, pois ela vem ao encontro das minhas reflexões acerca da experiência educacional e do TCC “Lúdico e Matemática: Quanto Custa Aprender Matemática no 5º Ano”, por achar fantástico.
A postagem elencada refere-se sobre a importância de se fazer um bom planejamento perspicaz e flexível, com objetivo de obter qualidade no ato de ensinar e aprender, para todos os alunos envolvidos nesse processo. É proposta uma diversidade de estratégias e trocas recíprocas de conhecimentos e aprendizagens.
A autora Rodrigues, faz o educador refletir sobre os elementos básicos para um planejamento didático-pedagógico, presente no Diário de Classe. São eles: Contextualização; Eixo Integrador; Justificativa; Objetivos; Estratégias, Recursos; Avaliação. Esses elementos são fundamentais para um trabalho diferenciado perspicaz e qualificado, pois o educador planeja seu trabalho integrado-os, facilitando o processo de ensino e aprendizagem dos alunos frente metodologias inusitadas.
Assim, realizei a seguinte reflexão: “Sou educadora e estou interessada em fazer meus alunos refletirem e construírem conhecimentos juntamente com um Planejamento integrado, flexível, inovador,...”
Estas reflexões fizeram sentir-me feliz, pois há relações presentes do Eixo VII entre a minha experiência educacional, Estágio Curricular Obrigatório - eixo VIII, e o meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) – eixo IX. É relevante esta análise, por constatar a importância em estudar a disciplina “Didática, Planejamento e Avaliação” para realizar o estágio e o TCC pois são ferramentas essenciais para concretizar as aulas instigantes, lúdicas e diversificadas aos educandos.
A minha experiência educacional me permitiu chegar à conclusão de que é relevante o planejamento adequado, flexível e inovador. É evidente, que o educador procure desenvolver um planejamento bem pensado e bem planejado, para que se possa obter sucesso nos resultados. Assim sendo, procurei desenvolver em minhas aulas de matemática atividades relacionadas com jogos pedagógicos, por constatar que meus alunos assimilaram melhor os conteúdos através do lúdico e da interação uns com os outros.
O meu TCC aborda a questão da importância dos jogos lúdicos nas aulas de matemática, pois os alunos de 5º Ano aprenderam a multiplicação através de atividades que proporcionassem desenvolver a autonomia, criticidade, interação, diálogo, questionamentos, enfim, inúmeras habilidades e competências relacionadas a um bom desenvolvimento psicológico, cognitivo e social. Pode-se assim perceber, através deste estudo e da leituras teóricas à luz de alguns autores como Piaget, Vygotsky, Freire, entre outros, como uma aula que utiliza o jogo lúdico pode ser rica em contribuições para o desenvolvimento cognitivo da criança à medida que colabora com a sua aprendizagem no âmbito social e também através do imaginário na construção e reconstrução da sua realidade e, por sua vez, na solução de seus conflitos ao despertar o interesse e gosto em aprender uma disciplina tão temida por muitos.

Paulo Freire, em sua obra da Pedagogia da Autonomia, enfatiza as práxis educacionais a partir da defesa das perguntas, curiosidades inusitadas, sendo bem inversa a fragmentação de conteúdos, imposição de saberes, depósito de conhecimentos (educação bancária): "Quando saio de casa não tenho dúvida nenhuma de que, inacabados e conscientes do inacabamento, abertos à procura, curiosos, "programados, mas para aprender", exercitaremos tanto mais e melhor a nossa capacidade de aprender e de ensinar quanto mais sujeitos e não puros objetos do processo nos façamos.(Freire, 1997, p.65)."

Acredito na concepção Freiriana, de que a Pedagogia das perguntas são interessantes estar presentes nas práxis educativas, pois na minha experiência com o 5º Ano, procurei instigar meus alunos ao conhecimento matemático e o desejo de buscar e se interessar nas aulas, mediante perguntas desafiadoras e estratégias diversificadas, como o jogo lúdico. Assim, resultou construir coletivamente trocas recíprocas de aprendizagens significativas no âmbito da Matemática, perante o currículo e o planejamento integrado, perspicaz e construtivo.
Portanto, o planejamento bem elaborado, planejado e aplicado pelo educador, apresentou-se constantemente em minha experiência do estágio, através da inserção de jogos pedagógicos e lúdicos, com intuito de promover e despertar o interesse dos educandos, resultante de fantásticas aprendizagens significativas no âmbito do conhecimento da Matemática, bem como está explícito no meu Trabalho de Conclusão de Curso –TCC- PEAD/UFRGS.
Um grande beijoo.. Simone Lentz
Reflexão da postagem 09.11.2009:


Reflexão da postagem 09.11.10 :

http://peadportifolio156855.blogspot.com/2009/09/o-que-e-planejamento.html


BIBLIOGRAFIA:
RODRIGUES, Maria Bernadette Castro. Planejamento: em busca de caminhos. In: XAVIER, Maria Luisa; DALLA ZEN, Maria Isabel (Orgs.). Planejamento em Destaque: análises menos convencionais. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2001. P. 59-65 e 72-73.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Reletindo o eixo XII

NOVEMBRO: 1ª Postagem – 09.11.2010
Olá Pessoal...
Ao realizar as leituras do Eixo VII (2009.2), me chamou atenção à postagem deste Eixo, relacionada com a nossa primeira aula presencial do dia 27.08.2010, da interdisciplina Linguagem e Educação, pois contemplei-a com minha experiência de meu Estágio Curricular Obrigatório (Eixo VIII – 2010.1), tendo em vista a estratégia e abordagem para iniciar a aula.
A professora Patrícia Camini e as tutoras Graciela e Juliana, indagaram os educandos sobre a diferença entre alfabetização e letramento. Então, pediram para se reunir em grupinhos e a tutora Juliana nos perguntou questões para nos fazer pensar e descutir no nosso grupo, como: “O que é alfabetização?; O que é letramento?; O que é mais abrangente, Alfabetização ou Letramento???” entre outros. Posteriormente, após debate em grupos a professora interagiu com todos os grupos, coletivamente, através das respostas que os grupos elaboraram. Foi muito interessante esta estratégia de abordar a temática letramento e alfabetização, pois os educandos se interessavam da discussão e partia o conhecimento do conhecimento prévio de cada um.
A experiência desta aula, através dos questionamentos , o conhecimento prévio e o debate entre educador e educando, apresentou-se nas ferramentas e estratégias realizadas no Estágio Curricular, logo no primeiro dia de aula, na dinâmica: “Encontro das Flores: O que é vida?” realizada em doze de abril de dois mil e dez, abordando o tema Amizade e Município, pois Terra de Areia estava prestigiando seus vinte e dois anos de emancipação.
Nessa aula, os alunos participaram da solenidade de abertura oficial da semana cultural do município. Em seguida, desenvolvi com meus alunos a dinâmica “Encontro das Flores: o que é vida?”, logo estimulei-os a explorar a mensagem que a dinâmica queria nos transmitir, relacionando-a com a data festiva do município.
É muito interessante esta forma de abordar algum tema, pois comecei a observar que meus alunos demonstravam mais interesse e vontade de aprender a partir das atividades diversificadas e atraentes. Assim sendo, aprenderam a história do município significativamente e interagindo um com o outro.
Contudo, ao constatar que meus alunos aprendem melhor e participam ativamente através de práxis educativas instigantes, lúdicas e atrativas, como já mencionado, assim gerou o tema do meu TCC: Lúdico e Matemática: Quanto custa aprender matemática no 5º Ano?”, enfatizar nas aulas de Matemática o conteúdo por meio de atividades envolvendo jogos, com intuito de construir o conhecimento frente aprendizagens significativas.
Segundo Freire (1996, p.47): “Saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção” . De acordo com esse pensador, foi aderida esta concepção através da vivência em meu Estágio Curricular Obrigatório. Ao entrar na sala de aula estava sendo corajosa, aberta a indagações, à curiosidade, perspectivas, inovações, aulas atraentes e lúdicas, às perguntas dos alunos, as suas inibições; inquieta em face da tarefa de educadora que tinha: a de que ensinar não é transferir conhecimentos, mas sim criar oportunidades de aprender constantemente.
Verifica-se necessidade de estabelecer relação entre a práxis e o modo de proporcionar satisfação em aprender os conteúdos de Matemática de maneira cativante ao educando, através de jogos pedagógicos lúdicos.
A prática docente vivenciada no semestre anterior me fez obter experiências vitais relevantes para minha vida, tanto no âmbito pessoal quanto profissional e estudantil. É decorrente de um processo contínuo, desafiador, mediador, animador e propiciador de conhecimentos.

A experiência da aula do Ludicidade e Educação me proporcionaram observar a importância de realizar aulas lúdicas e instigantes, que promove aprendizagens significativas nos meus educandos do 5º Ano, em especial no âmbito do aprender e ensinar os conteúdos de Matemática, no qual resultou muito sucesso. Esta concepção vem ao encontro das ideias de Freire, que concretiza esses saberes interligando a teoria e a minha prática.

Um grande Beijo... Simone Lentz

Reflexão da postagem 27.08.2009:
http://peadportifolio156855.blogspot.com/2009/08/aula-presencial-27082009.html


BIBLIOGRAFIA:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. 36ª Ed.São Paulo: Paz e Terra, 1996.

sábado, 30 de outubro de 2010

Refletindo e analisando....

Outubro: 5ª Postagem – 30.10.2010

Olá pessoal...

Bom, realizei na semana passada o meu comentário sobre as postagens referente ao mês de outubro e não percebi que ainda havia mais uma semana referente este mês, então retomei as postagens referente ao eixo VI e deparei-me com a do dia 22 de junho de 2009, denominada: “Filosofandooo...”, referente a interdisciplina Filosofia da Educação.
Nela, está abordada meu encantamento frente a primeira aula presencial em 23.03.2009, a partir de questionamentos essenciais presentes em nossas vidas, me permitindo refletir e filosofar de maneira adequada, respeitando o senso comum das pessoas, para então ser critico e decidir em suas opiniões.
Assim sendo, refletindo esta mensagem, deparei-me com o pensamento de nosso Paulo Freire:
Ninguém é autônomo primeiro para depois decidir. A autonomia vai se construindo na experiência de várias, inúmeras decisões, que vão sendo tomadas.[...] Ninguém é sujeito da autonomia de ninguém.[...] A autonomia, enquanto amadurecimento do ser para si, é processo, é vir a ser. Não ocorre em data marcada. É neste sentido que uma pedagogia da autonomia tem de estar centrada em experiências estimuladoras da decisão e da responsabilidade, vale dizer, em experiências respeitosas da liberdade. (FREIRE, p.107)
Percebo através de Freire o grande papel de nós educadores, mediante a realidade em que estamos inseridos, juntamente com os alunos, pais, comunidade escolar, perante aos âmbitos: “participação e autonomia”, e que o sujeito deve participar ativamente e congruente mente na construção do processo educacional das instituições de ensino, havendo assim relação de experiências congruente entre o mundo e o meio, perfazendo uma ligação entre ambas com o intuito de obter sucesso e alcançar seus objetivos, ideais e desejos frente o processo de ensino-aprendizagem do ensino com práxis de liberdade e espontaneidade.
Contudo, essa postagem me fez filosofar sobre o papel da educação libertadora, de Paulo Freire, me dando suporte para refletir sobre as minhas práxis do Estágio Curricular Obrigatório, dando ênfase em ensinar meus alunos a matemática de maneira inusitada, lúdica, libertadora, etc..
A postagem escolhida foi: http://peadportifolio156855.blogspot.com/2009/06/filosofandoo.html

Bibliografia:
- FREIE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo. Paz e Terra, 1996.


Beijoss Simone Lentz

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Analisandooo o mês de Outubro...

Outubro: 4ª Postagem – 22.10.10

Olá Pessoal!!!

Nesta semana venho refletir acerca das postagens que realizei durante o mês de outubro.
A primeira foi realizada em 01.10.10, a segunda em 08.10.10, terceira em 15.10.10 e a quarta 22.10.10
Nas postagens abordei sobre as seguintes Interdisciplinas:Representação do Mundo pela Matemática(eixo IV), Psicologia da Vida Adulta (eixo V), Didática, Planejamento e Avaliaçãon(eixo VI). Nestas interdisciplinas é explicito minha caminhada frente a forma lúdica de ensinar e aprender, demonstrando relatos meus por experiência própria e também havendo relaçãocom referências teóricos como Piaget, Tânia Marques, Miguel Arroio, Luiz Fernando Veríssimo e Vygotsky.
Na primeira postagem de outubro relatei sobre o lúdico e a matemática, fundamentando em meu TCC...
Na segunda postagem de outubro abordei a questão aprendizagem significativa, instigante englobando com a relação harmônica entre educador e educando.
Na terceira postagem explicitei referente a Práxis educacional e o verdadeiro papel do educador mediante o meio que vivemos.
Foram postagens significativas e relevantes para mim, pois me fez refletir e analisar de outras formas, além de dar suporte para a construção do meu TCC...

Um grande Beijoo
Simone Lentz

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Analisando o VI eixo...

Outubro: 3ª postagem – 15.10.10
Analisando o VI eixo...


Olá Pessoal...
Nesta terceira semana do mês de Outubro refleti acerca das minhas postagens realizadas no VI semestre, em 2009.1.
A postagem elencada é a do dia 31 de agosto de 2009, denominada: “Reflexão das Minhas Práxis Educacionais”.
Nela eu abordei sobre uma análise e reflexão do texto O MENININHO de Miguel Arroio e a charge de Luíz Fernando Veríssimo, proporcionada pela interdisciplina Didática, Planejamento e Avaliação.
Achei interessante esta postagem, pelo fato de a presente disciplina me proporcionar refletir e analisar sobre o verdadeiro papel do educador sobre a práxis educacional, e as marcas possíveis que posso deixar aos meus alunos, tanto boas ou não.
Isso leva em consideração como o educador se depara com sua prática. Eu por exemplo, sigo uma linha de educadora medializadora de conhecimentos aos meus educandos, como nosso fabuloso Paulo Freire, em sua Educação Libertadora. O pensador relata sobre o papel do professore frente uma educação qualificada e instigante aos educandos.
Em minha carreira docente sempre sigo a linha do pensador Freire, pois tenho convicção pelos meus estudos, que a UFRGS me proporcionador durante todos os eixos até o momento, que a educação qualificada é quando o educando se faz presente ativamente no processo de ensino-aprendizagem.

Em meu TCC, utilizarei esse grande pensador, que enfatiza sobre a Educação Libertadora, ao qual contemplou teoria e práxis em meu Estágio Curricular obrigatório, como por exemplo, realizei inúmeras atividades relevantes que os educandos eram sujeitos do seu próprio conhecimento, como o Projeto de Aprendizagem, jogos de matemática (bingos, histórias matemáticas, teatros de palitoches, etc...). Por isso, sou convicta QUE Freire me proporcionou ser uma educadora medializadora de aprendizagem.

Um grande beijooo Simone Lentz

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Analisandooo o V eixo...

Outubro: 2ª postagem – 08.10.10

Olá Pessoal..
Nesta segunda semana de Outubro pude refletir e analisar minhas postagens realizadas no V semestre, em 2008.2. A que me chamou mais atenção foi referente ao dia 11.11.2008 – denominada: “O adulto e o processo de ensino-aprendizagem.
Esta postagem elencada foi dirigida pela interdisciplina Psicologia da Vida Adulta – Aula 6 e frente análise de leitura do texto “Aprendizagem na Vida Adulta” de Tânia Beatriz I. Marques.
Ao averiguar esta postagem me chamou atenção a questão referente a relação professor-aluno, ao qual lá desencadeia entre o aluno adulto, mas devemos também traze-la para todos os anos( não somente na EJA) mas também em todas as séries.
Relatei o seguinte:
“Para mim educadora, acredito que deve haver sim uma relação entre professor e aluno, pois a educação também se dá tanto perante o mundo de convivência quanto processo interior de cada ser, obtendo troca recíprocas de transformações com o seu meio no qual sou convicta disto, pois vivenciei plenamente este fato, obtendo uma aprendizagem significativa, lúdica, instigante e prazerosa, como de transferência.
É necessário e relevante que como educadora se coloque no lugar do aluno para sanar suas dúvidas, incertezas e responder ao nível de entendimento do mesmo, a fim de qualificar a relação social existente entre ambos, aderindo um elo e complexidade de entendimento frente o processo de ensino-aprendizagem.”
É relevante este processo entre educando e educador, pois há uma relação harmoniosa entre ambos e também facilita o ensino-aprendizagem. Evidencia-se, então, que o educando aderi uma aprendizagem significativa. Isso me direcionou pensar sobre as aprendizagens mediante um ótimo convívio entre o meio escolar.
O aluno podendo participar ativamente, opinar, sugerir, ... propicia uma educação democrática e relevante para TODOS os envolvidos neste processo, por isso é necessário o educador se colocar no lugar do aluno, para que construímos juntos uma EDUCAÇÃO de QUALIDADE para todos.

Um grande beijooo
Simone Lentz

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A importância da Matemática mediante o lúdico

Outubro: 1ª Postagem – 01.10.10

Olá Pessoal...
Ao visitar o Eixo IX, escolhi duas postagens relevantes, pois as duas fazem ligações com o tema do meu TCC. Ambas postagens são da Interdisciplina Representação do Mundo pela Matemática
A primeira foi postada em nove de maio de dois mil e oito(09.05.2010). Denominada como: “O Jogar”.
Esta postagem relata sobre a primeira aula presencial do Eixo IV em 17.03.2008, e que através da oficina dos jogos que os professores da interdisciplina Representação do Mundo pela Matemática nos proporcionaram foi algo fascinante, descrevi da seguinte forma:
“Foi uma aula para mim muito divertida e prazerosa, pois tivemos a oficina de jogos, no qual jogamos em grupos o baralho Maria “Pif Paf Maria” e a “Atividade da caixa”.
O jogo “Pif Paf Maria” ou seja baralho Maria, eu simplesmente adorei, pois posso afirmar que para nosso grupo até perceber as regras, tivemos dificuldades, mas posteriormente ao jogar percebemos o quanto nos exercita o raciocínio lógico matemático, atenção, concentração e agilidade.”

Pois através da primeira aula presencial de matemática, vivenciei algo que me buscou hoje ir estudar e pesquisar sobre a temática do meu TCC, que é: “o lúdico e a matemática”. O título é: “Quanto custa aprender matemática no 5º Ano?”.
Bem, através do jogo,nós possuímos um pouco de dificuldades de compreender, mas ao entendê-lo, fica fácil, divertido e interessante. Até mesmo porque naquela época me propus de aplicá-lo aos meus alunos modificando um pouquinho.

A segunda postagem que achei relevante foi do dia cinco de junho de 2008 (05.06.2008), denominada: “Novas formas de Conhecimento”, que aborda sobre “Números e Operações”.
Abordei sobre a importância de trabalhar matemática pelo fato de estar interligados como o nosso cotidiano com nossos alunos. Também relatei sobre o meu gostar de matemática através da professora Cristiana. Outro ponto abordado foi os objetivos de abordar jogos na aula de matemática.

“O uso de jogos e curiosidades no ensino da Matemática, tem o objetivo de fazer com que os alunos gostem de aprender essa disciplina ou área do conhecimento, mudando a rotina da classe e despertando o interesse dos envolvidos.
A aprendizagem, por meio de jogos: como baralho, boliche, dominó, quebra cabeça, palavras cruzadas, memória e outros, permite que o aluno faça da aprendizagem um processo interessante e até divertido”. O lúdico influencia enormemente o desenvolvimento da criança. É através do jogo que a criança aprende a agir, sua curiosidade é estimulada, adquire iniciativa e autoconfiança, proporciona o desenvolvimento da linguagem, do pensamento e da concentração”. Vygotsky
Assim sendo, nós educadores precisamos trabalhar a matemática ao aluno de maneira desafiadora e lúdica, propiciando ao educando o desenvolvimento da criatividade para refletir, analisar e tomar decisões na resolução dos problemas cotidianos.”

Contudo, em ambas postagem reflete sobre minhas concepções acerca do jogo estar presente nas aulas de Matemática, vinculações no processo de ensino-aprendizagem, o entender e gostar desta matéria facinante e extraordinária.

Fiquei feliz ao ler que em 2008, já havia pensamentos sobre a temática do meu TCC, porém quando escrevi nunca imaginava que seria a abordagem do mesmo. São argumentações relevantes que concerteza levarei para o meu TCC.

Um grande Beijoo
Simone Lentz