Durante o meu Estágio Curricular do PEAD, se estendeu para a décima semana, devido a professora Hilda Jaqueline solicitar para realizar a segunda observação, no dia 18.06.10 .
No decorrer desta décima semana, refleti que venho trazendo presentes em minha práxis educacional momentos de interações ativas dos educandos, mediante trocas recíprocas de conhecimentos e aprendizagens, diálogos, questionamentos, reflexão, etc.
As aprendizagens de meus educandos propiciou uma busca de querer aprender e o ato de ir buscar, no qual evidenciou o envolvimento dos educandos, frente a cooperação, ajuda mútua, pesquisa, aceitação e respeito de idéias dos colegas, entre outros.
O questionamento foi algo que evidenciou as aprendizagens significativas e pertinentes dos meus alunos.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Estágio Curricular = Aprendizagens !!!!!!!
Estágio Curricular é sinônimo de Aprendizagem!!!
No meu ponto de vista o estágio curricular é um momento de refletir, aprimorar conhecimentos e aprender.
Nesta etapa, é possível visualizar concretamente as “certezas” da transposição didática presente no cotidiano escolar. Um exemplo disto foi essa semana, em que trabalhamos em nosso Projeto de Aprendizagem a questão da alimentação saudável e a fruta abacaxi, no qual o município de Terra de Areia é conhecido como A Capital do Abacaxi.
Através de pesquisas, palestra com o agricultor Toni... os alunos plantaram três mudas de abacaxi no pátio da escola, plantaram nas suas casas, fizeram bolo de abacaxi, degustaram o bolo também, etc...
Os alunos aprenderam de forma significativa e instigante, facilitando desta maneira o processo de ensino aprendizagem.
Contudo, o Projeto de Aprendizagem, a reflexão, a pesquisa, a busca por querer aprender, faz consequentemente criar condições de aprendizagens significantes.
O meu aprender também frente a práxis educacional me permite obter uma relação ética profissional relevante a cada dia por causa do convívio e acompanhamentos dos FRUTOS de experiências aderidas e aprendizagens adquiridas.
Observei através de meu Estágio, que aprendo constantemente tanto com meus alunos quanto com a Escola, Professores, Meio Social, Comunitário,... havendo trocas e aprimoramentos de novas aprendizagens, como por exemplo a entrevista com o agricultor Toni (pai da minha aluna
Tamires).
Contudo, relaciono esta troca de aprendizagens como uma essencialidade do mundo do EDUCAR e APRENDER,no qual cada um possui um papel indispensável e primordial. Tenho mesma convicção e certeza deque a mesma forma acontece com essa troca de aprendizagem, na sala de aula, mediante a interação dos educandos entre si e perante os grupos que compartilham saberes e trocas recíprocas de experiências.
No meu ponto de vista o estágio curricular é um momento de refletir, aprimorar conhecimentos e aprender.
Nesta etapa, é possível visualizar concretamente as “certezas” da transposição didática presente no cotidiano escolar. Um exemplo disto foi essa semana, em que trabalhamos em nosso Projeto de Aprendizagem a questão da alimentação saudável e a fruta abacaxi, no qual o município de Terra de Areia é conhecido como A Capital do Abacaxi.
Através de pesquisas, palestra com o agricultor Toni... os alunos plantaram três mudas de abacaxi no pátio da escola, plantaram nas suas casas, fizeram bolo de abacaxi, degustaram o bolo também, etc...
Os alunos aprenderam de forma significativa e instigante, facilitando desta maneira o processo de ensino aprendizagem.
Contudo, o Projeto de Aprendizagem, a reflexão, a pesquisa, a busca por querer aprender, faz consequentemente criar condições de aprendizagens significantes.
O meu aprender também frente a práxis educacional me permite obter uma relação ética profissional relevante a cada dia por causa do convívio e acompanhamentos dos FRUTOS de experiências aderidas e aprendizagens adquiridas.
Observei através de meu Estágio, que aprendo constantemente tanto com meus alunos quanto com a Escola, Professores, Meio Social, Comunitário,... havendo trocas e aprimoramentos de novas aprendizagens, como por exemplo a entrevista com o agricultor Toni (pai da minha aluna
Tamires).
Contudo, relaciono esta troca de aprendizagens como uma essencialidade do mundo do EDUCAR e APRENDER,no qual cada um possui um papel indispensável e primordial. Tenho mesma convicção e certeza deque a mesma forma acontece com essa troca de aprendizagem, na sala de aula, mediante a interação dos educandos entre si e perante os grupos que compartilham saberes e trocas recíprocas de experiências.
Também ressalto que obtive alguns obstáculos para realizar o PA com meus alunos, frente as TIC's, pois em minha escola estava com os computadores estragados e sem acesso a internet. Então os alunos me sujgeriram para criarmos um computador com materiais como caixas, barbantes, tinta guache, etc...
Posteriormente resolvi então comprar um notebook, com intuito de proporcionar aos meus alunos o manuseio com material concreto, podendo editar textos no word, pintar desenhos no paint, etc...
Enfim, o PA realemnte é DESAFIADOR, e proporcioná estratégias, aprendizagens inusitadas e muito significantes.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
O Processo de Avaliação
O Processo de Avaliação
Amanhã, quinta-feira dia 10.06.10, haverá entrega de boletins aos pais ou responsáveis dos alunos as 14 horas de todas as turmas da Escola.
Acredito que o processo de AVALIAÇÃO no meu ponto de vista, ocorre diariamente, não apenas ao realizar uma prova e sim durante cada aula, através das participações, perguntas, questionamentos, debates entre alunos, ...
Já estudei sobre a questão da avaliação, e através do estágio, pude colocar em prática as nossas aprendizagens frente o processo contínuo de avaliação de meus educandos, observações, constatações, etc.
Sempre antes de realizar a atividade realizo questionamentos orais, para averiguar os conhecimentos prévios de meus educandos, para no final averiguar o que aprenderam, descobriram frente as aprendizagens ...
Assim sendo, sempre observo a participação ativa, motivação, questionamentos,... para então averiguar os aspectos que possui dificuldades.
Contudo, não avalio os alunos somente em provas, mas sim como um “todo”, pois faz parte de um processo contínuo e assim não ficam nervosos ao saber que estão realizando a prova.
Tenho alunos que só em saber que está fazendo uma prova dá um branco, e através das aulas diárias observei que eles sabiam o conteúdo, pois realizavam as atividades sem problemas e também falavam muito bem oralmente a respeito da determinada temática em questão.
Durante a aula, meu papel como educadora é auxiliar, mediar e instigar os alunos as aprendizagens, pois o educador não é o detentor do saber. Muitas vezes eu aprendo juntamente com meus alunos, demonstrando a cumplicidade em que obtemos em favor de uma aprendizagem significativa, instigante e prazerosa.
Um grande abraçoooo
Amanhã, quinta-feira dia 10.06.10, haverá entrega de boletins aos pais ou responsáveis dos alunos as 14 horas de todas as turmas da Escola.
Acredito que o processo de AVALIAÇÃO no meu ponto de vista, ocorre diariamente, não apenas ao realizar uma prova e sim durante cada aula, através das participações, perguntas, questionamentos, debates entre alunos, ...
Já estudei sobre a questão da avaliação, e através do estágio, pude colocar em prática as nossas aprendizagens frente o processo contínuo de avaliação de meus educandos, observações, constatações, etc.
Sempre antes de realizar a atividade realizo questionamentos orais, para averiguar os conhecimentos prévios de meus educandos, para no final averiguar o que aprenderam, descobriram frente as aprendizagens ...
Assim sendo, sempre observo a participação ativa, motivação, questionamentos,... para então averiguar os aspectos que possui dificuldades.
Contudo, não avalio os alunos somente em provas, mas sim como um “todo”, pois faz parte de um processo contínuo e assim não ficam nervosos ao saber que estão realizando a prova.
Tenho alunos que só em saber que está fazendo uma prova dá um branco, e através das aulas diárias observei que eles sabiam o conteúdo, pois realizavam as atividades sem problemas e também falavam muito bem oralmente a respeito da determinada temática em questão.
Durante a aula, meu papel como educadora é auxiliar, mediar e instigar os alunos as aprendizagens, pois o educador não é o detentor do saber. Muitas vezes eu aprendo juntamente com meus alunos, demonstrando a cumplicidade em que obtemos em favor de uma aprendizagem significativa, instigante e prazerosa.
Um grande abraçoooo
PA: Fonte de Pesquisas, Aprendizagens e descobertas
Projeto de Aprendizagem: Fonte de Pesquisas, aprendizagens e descobertas.
Durante o meu estágio pude perceber que meus alunos não sabiam realizar trabalho de PESQUISA. Achavam que era procurar figuras e construir um cartaz.
Posteriormente, fui introduzindo juntamente com a participação ativa dos educandos que o ato de PESQUISAR implica em ler informações, averiguar o que seje importante e significativo. A partir de então se dá procedência na Pesquisa, através de registros.
Mediante o meu Estágio Curricular venho tentando demonstrar aos educandos uma nova forma de interagir, buscar e descobrir novos conhecimentos inusitados e significantes, construindo o nosso Projeto de Aprendizagem.
"A TAREFA ESSENCIAL DO PROFESSOR É DESPERTAR A ALEGRIA DE TRABALHAR E CONHECER."
Eisntein
Através do pensamento de Einstein, constato que o educador possui a tarefa primordial da EDUCAÇÃO, em que tornam-se seres críticos, ativos, autônomos, através do ato de refletir.
Em minha práxis educacional procuro proporcionar aos educandos pesquisar, apresentar, ler, reler, registrar, socializar as informações através de trabalho cooperativo em grupo.
A educação desta forma, dá novas ‘formas e sabores’ a aprendizagem, construções de saberes e descobertas, no meu ponto de vista como educadora.
Assim sendo, o pesquisar necessita de vários fatores e processos para chegar em um resultado e concretizá-la.
O Projeto de Pesquisa tornou-se um fator importantíssimo no ato de pesquisar e
obter aprendizagem significativa aos meus educandos.
Um grande beijoo...
Durante o meu estágio pude perceber que meus alunos não sabiam realizar trabalho de PESQUISA. Achavam que era procurar figuras e construir um cartaz.
Posteriormente, fui introduzindo juntamente com a participação ativa dos educandos que o ato de PESQUISAR implica em ler informações, averiguar o que seje importante e significativo. A partir de então se dá procedência na Pesquisa, através de registros.
Mediante o meu Estágio Curricular venho tentando demonstrar aos educandos uma nova forma de interagir, buscar e descobrir novos conhecimentos inusitados e significantes, construindo o nosso Projeto de Aprendizagem.
"A TAREFA ESSENCIAL DO PROFESSOR É DESPERTAR A ALEGRIA DE TRABALHAR E CONHECER."
Eisntein
Através do pensamento de Einstein, constato que o educador possui a tarefa primordial da EDUCAÇÃO, em que tornam-se seres críticos, ativos, autônomos, através do ato de refletir.
Em minha práxis educacional procuro proporcionar aos educandos pesquisar, apresentar, ler, reler, registrar, socializar as informações através de trabalho cooperativo em grupo.
A educação desta forma, dá novas ‘formas e sabores’ a aprendizagem, construções de saberes e descobertas, no meu ponto de vista como educadora.
Assim sendo, o pesquisar necessita de vários fatores e processos para chegar em um resultado e concretizá-la.
O Projeto de Pesquisa tornou-se um fator importantíssimo no ato de pesquisar e
obter aprendizagem significativa aos meus educandos.
Um grande beijoo...
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Atividades Relevantes
Minha Práxis Educacional:
“Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo. Se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem.” Carlos Drumomnd Andrade
Achei interessante uma atividade realizada na aula do dia 01.06.2010, quando proporcionei aos alunos o Jogo da Multiplicação de Diferentes Leis. Eles perceberam ao anotar as respostas na planilha de resultados (etapa por etapa) a quantia de canudinhos correspondia a resposta da operação de multiplicação.
Os alunos gostaram tanto de jogar, pois entendiam o processo da multiplicação através do jogo.
Foi instigante esta atividade aos alunos, devido pedir até para repetir esta brincadeira novamente em outro dia.
Segundo Dawey:
“O professor
que desperta
entusiasmo
em seus alunos
conseguiu algo
que nenhuma
soma de métodos
sistematizados,
por mais corretos
que sejam,
pode obter”
Assim sendo, em minha práxis educativa apresenta uma maneira lúdica e diversificada dos alunos sentirem motivada a aprendizagem.
No meu ponto de vista, o Educador é quem deve proporcionar e buscar juntamente com os educandos novos métodos, partindo da junção das que realizou e deu certo.
Bibliografia:
- http://www.pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo7/didatica/unidade2/propostas_de_trabalho_integrado/john_dewey.pdf Último acesso em junho de 2010.
“Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo. Se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem.” Carlos Drumomnd Andrade
Achei interessante uma atividade realizada na aula do dia 01.06.2010, quando proporcionei aos alunos o Jogo da Multiplicação de Diferentes Leis. Eles perceberam ao anotar as respostas na planilha de resultados (etapa por etapa) a quantia de canudinhos correspondia a resposta da operação de multiplicação.
Os alunos gostaram tanto de jogar, pois entendiam o processo da multiplicação através do jogo.
Foi instigante esta atividade aos alunos, devido pedir até para repetir esta brincadeira novamente em outro dia.
Segundo Dawey:
“O professor
que desperta
entusiasmo
em seus alunos
conseguiu algo
que nenhuma
soma de métodos
sistematizados,
por mais corretos
que sejam,
pode obter”
Assim sendo, em minha práxis educativa apresenta uma maneira lúdica e diversificada dos alunos sentirem motivada a aprendizagem.
No meu ponto de vista, o Educador é quem deve proporcionar e buscar juntamente com os educandos novos métodos, partindo da junção das que realizou e deu certo.
Bibliografia:
- http://www.pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo7/didatica/unidade2/propostas_de_trabalho_integrado/john_dewey.pdf Último acesso em junho de 2010.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Reflexão do Comentário da Roberta
Na postagem denominada: “Novas Formas do Fazer Docente” (do dia 29.04.2010), recebi o seguinte comentário da tutora Rosângela, em 12 de maio de 2010:
“Oi Simone,
Procure reler tua postagem, pois ela apresenta problemas de grafia, concordância.
O fazer docente é já uma prática; há, no entanto, diferentes modos de realizá-lo e isso estão diretamente ligados ao modo como o professor compreende o ensino, a educação, a aprendizagem.
A palavra "práxis" abarca inúmeras práticas pedagógicas, por isso os termos que a acompanham não devem vir no plural. Devo dizer: "minha práxis".
Destacas que estás tendo uma visão sócio-construtivista. O que isso significa? O que define/caracteriza esse modo de trabalho? A que resultados relevantes e gratificantes estás te referindo em tua postagem?
Seguimos dialogando!
Rô Leffa
12 de maio de 2010 13:06”
"NOVAS FORMAS DO FAZER DOCENTE"
Mediante o comentário da Rô pude refletir e aprimorar minha postagem e meus saberes.
Realizarei as aprimorações e idéias no seguinte texto:
Olá Pessoal!!!!
O fazer docente, no meu ponto de vista, implica em novas maneiras de pensar, refletir, buscar, questionar, pois é a partir dessas competências citadas que o educador TRANSFORMA A EDUCAÇÃO juntamente com o corpo discente.
É de suma eminência o papel relevante de refletir, pois desta maneira abrirá novos caminhos em busca de uma Educação de qualidade, igualitária, prazerosa, significante e instigante.
O Educando, segundo minha concepção, é o co-autor do conhecimento. O mesmo parte de suas experiências vitais e conhecimentos prévios, com o intuito de aderir o processo de ensino aprendizagem instigantes.
A partir desta reflexão, ou seja, das “Novas Formas do Fazer Docente” me permitiu obter uma visão sócio-construtivista presentes em minha práxis educacional, além de obter resultados relevantes e gratificantes, os quais me orgulham muito.
Visão “sócio construtivista” na educação se caracteriza unir a interação do meio, em que o educando vive cotidianamente e juntamente com metodologias não tradicionais.
Metodologias tradicionais é a visão do professor como o detentor do saber, caracteriza ele saber TUDO e o aluno não saber NADA. É considerando o aluno como “tábula rasa”, segundo a comparação do filósofo John Lucke.
Então, as Metodologias Construtivistas são as “NOVAS FORMAS DO FAZER DOCENTE”, em que os educandos e os educadores constroem juntos os conhecimentos.
“Não há saber mais ou saber menos: Há saberes diferente” Paulo Freire.
Não me considero detentora do saber, pois estou vivenciando em todos os momentos trocas recíproca de conhecimentos e compartilhando aprendizagens com meus alunos.
Por exemplo:
Estou trabalhando em meu Estágio Curricular com o Projeto sobre Valorização, Amizade,... Da própria Instituição Escolar. Construi com os educandos a nossa “Árvore dos Sentimentos”, um painel com mensagens dos alunos. Então os alunos sugeriram para colocarmos além das mensagens solicitadas fotos deles com suas mães.
Observei através desta atividade lúdica, que os educandos estão participando ativamente das aulas, permitindo desenvolver a sua autonomia e criticidade.
Assim sendo, os educandos fazem parte da construção do conhecimento, opinando, trocando idéias e saberes, com objetivo primordial de tornar a aula instigante, prazerosa e significante.
Vamos por em prática o Nosso Fazer Docente para "TRANSFORMAR O MUNDO e a sociedade" transformando as pessoas em seres críticos, bem como nos relata o nosso fabuloso grande pensador Paulo Freire.
Um grande beijo... Simone Lentz
“Oi Simone,
Procure reler tua postagem, pois ela apresenta problemas de grafia, concordância.
O fazer docente é já uma prática; há, no entanto, diferentes modos de realizá-lo e isso estão diretamente ligados ao modo como o professor compreende o ensino, a educação, a aprendizagem.
A palavra "práxis" abarca inúmeras práticas pedagógicas, por isso os termos que a acompanham não devem vir no plural. Devo dizer: "minha práxis".
Destacas que estás tendo uma visão sócio-construtivista. O que isso significa? O que define/caracteriza esse modo de trabalho? A que resultados relevantes e gratificantes estás te referindo em tua postagem?
Seguimos dialogando!
Rô Leffa
12 de maio de 2010 13:06”
"NOVAS FORMAS DO FAZER DOCENTE"
Mediante o comentário da Rô pude refletir e aprimorar minha postagem e meus saberes.
Realizarei as aprimorações e idéias no seguinte texto:
Olá Pessoal!!!!
O fazer docente, no meu ponto de vista, implica em novas maneiras de pensar, refletir, buscar, questionar, pois é a partir dessas competências citadas que o educador TRANSFORMA A EDUCAÇÃO juntamente com o corpo discente.
É de suma eminência o papel relevante de refletir, pois desta maneira abrirá novos caminhos em busca de uma Educação de qualidade, igualitária, prazerosa, significante e instigante.
O Educando, segundo minha concepção, é o co-autor do conhecimento. O mesmo parte de suas experiências vitais e conhecimentos prévios, com o intuito de aderir o processo de ensino aprendizagem instigantes.
A partir desta reflexão, ou seja, das “Novas Formas do Fazer Docente” me permitiu obter uma visão sócio-construtivista presentes em minha práxis educacional, além de obter resultados relevantes e gratificantes, os quais me orgulham muito.
Visão “sócio construtivista” na educação se caracteriza unir a interação do meio, em que o educando vive cotidianamente e juntamente com metodologias não tradicionais.
Metodologias tradicionais é a visão do professor como o detentor do saber, caracteriza ele saber TUDO e o aluno não saber NADA. É considerando o aluno como “tábula rasa”, segundo a comparação do filósofo John Lucke.
Então, as Metodologias Construtivistas são as “NOVAS FORMAS DO FAZER DOCENTE”, em que os educandos e os educadores constroem juntos os conhecimentos.
“Não há saber mais ou saber menos: Há saberes diferente” Paulo Freire.
Não me considero detentora do saber, pois estou vivenciando em todos os momentos trocas recíproca de conhecimentos e compartilhando aprendizagens com meus alunos.
Por exemplo:
Estou trabalhando em meu Estágio Curricular com o Projeto sobre Valorização, Amizade,... Da própria Instituição Escolar. Construi com os educandos a nossa “Árvore dos Sentimentos”, um painel com mensagens dos alunos. Então os alunos sugeriram para colocarmos além das mensagens solicitadas fotos deles com suas mães.
Observei através desta atividade lúdica, que os educandos estão participando ativamente das aulas, permitindo desenvolver a sua autonomia e criticidade.
Assim sendo, os educandos fazem parte da construção do conhecimento, opinando, trocando idéias e saberes, com objetivo primordial de tornar a aula instigante, prazerosa e significante.
Vamos por em prática o Nosso Fazer Docente para "TRANSFORMAR O MUNDO e a sociedade" transformando as pessoas em seres críticos, bem como nos relata o nosso fabuloso grande pensador Paulo Freire.
Um grande beijo... Simone Lentz
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Reflexão comentário Tutora Rosângela
Frente o comentário da tutora Rsângela pude fazer uma reflexão sobre minha postagem "Questionar, para que???" do dia 21.04.2010
A postagem encontra-se aqui
Comentário da Rosângela:
"Oi Simone,
Tua reflexão destaca a importância do questionamento, da reflexão e do aperfeiçoamento do professor. Mas falas de modo muito abrangente, não pontuas, por exemplo, os questionamentos e reflexõe que tens feito em razão do estágio. Procure tratar mais elementos concretos desse processo, evidencie o percurso de que estás construindo a partir do estágio.
Seguimos dialogando!
Beijos, Rô Leffa
12 de maio de 2010 12:56 "
Acerca deste comentário pude repensar sobre minha prática docente em que estou vivenciando cotidianamente em meu estágio.
Realizo com meus educandos diariamente o questionamento, antes de apresentar a matéria, com objetivo de partir sempre dos conhecimentos prévios de meus educandos e haver um processo de ensino aprendizagem inusitados e interessantes aos educandos.
Um exemplo presente em meu estágio sobre a importância do questionar foi realizada por exemplo durante a Semana Cultural do Município.
Os educandos participaram da solenidade oficial de Abertura da Semana Cultural do Município, em frente a Prefeitura Municipal . Logo após voltamos para a Escola.
Então realizei questionamentos orais sobre o Município, o que fomos fazer lá em frente a Prefeitura, qual a importância desta data para o Município, ... Então, devido os educandos já obter um conhecimento prévio sobre o assunto/temática e possuírem consciência desta data especial, os educandos me relataram o seguinte:
O aluno Iago comentou com Felipe, Bruno C. e Bruno P.: “ – Ainda bem que Terra de Areia não pertence mais para Osório! Já pensou se não houvesse se emancipado?”
E o Bruno P. respondeu: “- É verdade, se não talvez não teria crescido tanto como é hoje.”
E para completar Felipe disse: “ – É mesmo!”
Conversando e QUESTIONANDO os educandos sobre o que acharam da solenidade me comunicaram:
A aluna Vitória respondeu: “ – professora, adorei as apresentações das escolas, sobre o município, porque cada escola apresentou de forma diferente.”
A aluna Fábia disse: “- Eu gostei mais da apresentação musical da Banda do município.”
O aluno Iago completou: “-Eu acho legal saber que Terra de Areia não faz mais parte de Osório, há 22 anos.”
A aluna Lilian falou: “- Eu gostei de ver que a história que meu vô tinha me contado fora realmente como nós estamos aprendendo,...”
Após dos comentários, partindo do conhecimento prévio das crianças prossegui com a Dinâmica: “Encontro das Flores: O que é Vida?”
Após a dinâmica, através dos questionamentos orais elegemos a temática explicita na Dinâmica, chegando na seguinte conclusão: “AMIZADE E VIDA”.
Assim sendo foi feito um paralelo entre o convívio escolar, familiar e comunitário, a História do Município e a Dinâmica: Encontro das Flores.
Os alunos comentaram que assim como as flores, se unirão para conseguir resolver os problemas e conseguir obter amizades boas, nós devemos também ser como flores.
Posteriormente questionei aos alunos:
“-Como será que a Terra de Areia conseguiu se emancipar? Será que foi só uma pessoa que lutou por essa causa, ou mais pessoas lutaram?”
A Tamires falou: “ – a minha mãe me contou, que várias pessoas lutaram para conseguir a Emancipação de Terra de Areia.”
Então aproveitei para complementar com a idéia da Tamires sobre o lema da dinâmica:
“VIDA É A UNIÃO NO MESMO IDEAL E AMOR” . Perguntei: “O que significa este lema para vocês?
A aluna Lilian disse: “- Eu acho que precisamos nos unir para conseguir ter as coisas, vencer e ter sucesso”.
O aluno Felipe: “É como as pessoas que moravam aqui em Terra de Areia lutaram até que conseguiram que Terra de Areia fosse emancipada, até conseguir”.
Aí perguntei: “E para a nossa turma, o que significa este lema a nós?”
A aluna Vitória falou:”- para nós temos que nos ajudar, ser amigos...”
Depois entreguei uma folha de ofício para cada aluno e pedi para fecharem os olhos, pensar e imaginar no decorrer da música( relaxante de fundo) o que foi falado sobre a história do município de Terra de Areia. Ao mesmo instante, os alunos de olhos fechados, irão desenhando na folha de ofício.
Quando terminaram os desenhos, os alunos ao visualizarem adoraram e acharam muito interessante e legal.
Logo pedi que para cada aluno escrever em uma palavra o que significava (palavra significante) o seu desenho para ele. Após, solicitei que refletissem e escrevessem o trecho de uma música que tinha relação com seu desenho e a palavra significante.
A aluna Fábia escreveu como palavra significante: Pessoas. E o trecho da música: “Na tribo ele vive contente e feliz, caçando e pescando comendo raiz.”
Tamires: palavra significante: “Vida”; trecho da música: “ É preciso saber viver, É preciso saber viver!”
Felipe: palavra significante: “Coração”; trecho da música: “coração para que se apaixonou”.
Iago: palavra significante: “É o amor”; Trecho da música: É o amor, que mexe com minha cabeça e me deixa assim. Que faz eu me lembrar de você e esquecer de mim. Que faz eu esquecer que a vida é feita pra viver”.
Bruno P. : palavra significante: ”Arco Iris” .
Vitória: palavra significante: “Indios”, Trecho da música: “Na tribo ele vive contente e feliz caçando e pescando, comendo raiz”.
Bruno C: palavra significante: “natureza”.
Lilian: palavra significante: “ Voando no ar”; Trecho da música: “o aviãozinho voou, voou e levou meu amor, levou aviãozinho, voou, voou, voou, voou e voou... Aviãozinho voou e levou o meu amor. Aviãozinho voa, voa, mas aonde alto.”
Então na próxima aula, dei continuidade nesta atividade, relembramos o que vimos na aula de seguinda-feira, sobre o município, a dinâmica “Encontro das Flores: O que é Vida?”, os desenhos de cada um, etc...
Depois dividi a turma em duas equipes, escolhidos por mim, através de números pares e impares, com o intuito de haver integração, socialização e inclusão.
Os alunos de cada grupo, produziram um texto, demostrando a história de Terra de Areia, de forma lúdica, criativa, instigante e prazerosa. Então produziram um texto, um cartaz e uma apresentação do grupo para a turma.
Aos alunos produzirem o texto, participaram dando idéias, refletindo, debatendo,... No texto havia as palavras significantes que cada um havia feito.
Durante a construção coletiva do texto um grupo refletiu a questão de quem descobriu Terra de Areia. A aluna Vitória falou: “Quem descobriu Terra de Areia?, foi Pedro Álvares Cabral? E o colega Bruno P. falou: “será?”, a colega Lilian, disse: “mas já sabemos que os índios moravam no Brasil e aí Pedro Álvares Cabral chegou”, e Bruno C. : “Pois é! Então não foi Pedro Álvares Cabral e sim os índios ou as pessoas que moravam por aqui, naquela época.”
Achei interessante a discussão dos alunos e interação dos mesmos em querer saber sobre a história do município e quem que descobriu-o. No cartaz colocaram como título: “O descobrimento de Terra de Areia”.
O outro grupo também houve interações e discussões. Observei que gostaram de realizar o texto, colocar a palavra significante e a música que representava algo do desenho.
A aluna Tamires me pediu: “professora vamos fazer novamente esta atividade, porque eu adorei”.
Durante a apresentação dos grupos, um dos integrantes liam a história e quando chegava na palavra significante todos colegas do grupo cantavam o trecho da música que escolheram, fazendo mímicas, e continuava a contação da história. Sempre ao chegar na palavra significante eles contavam ao trecho da música e continuavam novamente a contação da história e assim sucessivamente.
Segundo minhas concepções, esta aula foi maravilhosa, instigante, participativa, prazerosa e lúdica pois houve através dos questionamentos um troca de aprendizagens, interação dos alunos, espírito cooperativo, discussões, reflexões, atividades recreaticas...
Os educandos participaram das atividades com muito entusiasmo e integração.
Assim sendo, através da minha prática docente do presente Estágio estou tomando cada vez mais consciência do como é importante questionar os educandos, levar sempre em consideração os conhecimentos prévios dos educandos para realizar um trabalho cada vez mais inusitado e instigante.
Um grande beijo
Simone Lentz
Algumas fotos sobre as atividades:
Dinâmica: "Encontro das Flores" - 2ª Feira - 12.04.2010:



Trabalho em Grupo:


A postagem encontra-se aqui
Comentário da Rosângela:
"Oi Simone,
Tua reflexão destaca a importância do questionamento, da reflexão e do aperfeiçoamento do professor. Mas falas de modo muito abrangente, não pontuas, por exemplo, os questionamentos e reflexõe que tens feito em razão do estágio. Procure tratar mais elementos concretos desse processo, evidencie o percurso de que estás construindo a partir do estágio.
Seguimos dialogando!
Beijos, Rô Leffa
12 de maio de 2010 12:56 "
Acerca deste comentário pude repensar sobre minha prática docente em que estou vivenciando cotidianamente em meu estágio.
Realizo com meus educandos diariamente o questionamento, antes de apresentar a matéria, com objetivo de partir sempre dos conhecimentos prévios de meus educandos e haver um processo de ensino aprendizagem inusitados e interessantes aos educandos.
Um exemplo presente em meu estágio sobre a importância do questionar foi realizada por exemplo durante a Semana Cultural do Município.
Os educandos participaram da solenidade oficial de Abertura da Semana Cultural do Município, em frente a Prefeitura Municipal . Logo após voltamos para a Escola.
Então realizei questionamentos orais sobre o Município, o que fomos fazer lá em frente a Prefeitura, qual a importância desta data para o Município, ... Então, devido os educandos já obter um conhecimento prévio sobre o assunto/temática e possuírem consciência desta data especial, os educandos me relataram o seguinte:
O aluno Iago comentou com Felipe, Bruno C. e Bruno P.: “ – Ainda bem que Terra de Areia não pertence mais para Osório! Já pensou se não houvesse se emancipado?”
E o Bruno P. respondeu: “- É verdade, se não talvez não teria crescido tanto como é hoje.”
E para completar Felipe disse: “ – É mesmo!”
Conversando e QUESTIONANDO os educandos sobre o que acharam da solenidade me comunicaram:
A aluna Vitória respondeu: “ – professora, adorei as apresentações das escolas, sobre o município, porque cada escola apresentou de forma diferente.”
A aluna Fábia disse: “- Eu gostei mais da apresentação musical da Banda do município.”
O aluno Iago completou: “-Eu acho legal saber que Terra de Areia não faz mais parte de Osório, há 22 anos.”
A aluna Lilian falou: “- Eu gostei de ver que a história que meu vô tinha me contado fora realmente como nós estamos aprendendo,...”
Após dos comentários, partindo do conhecimento prévio das crianças prossegui com a Dinâmica: “Encontro das Flores: O que é Vida?”
Após a dinâmica, através dos questionamentos orais elegemos a temática explicita na Dinâmica, chegando na seguinte conclusão: “AMIZADE E VIDA”.
Assim sendo foi feito um paralelo entre o convívio escolar, familiar e comunitário, a História do Município e a Dinâmica: Encontro das Flores.
Os alunos comentaram que assim como as flores, se unirão para conseguir resolver os problemas e conseguir obter amizades boas, nós devemos também ser como flores.
Posteriormente questionei aos alunos:
“-Como será que a Terra de Areia conseguiu se emancipar? Será que foi só uma pessoa que lutou por essa causa, ou mais pessoas lutaram?”
A Tamires falou: “ – a minha mãe me contou, que várias pessoas lutaram para conseguir a Emancipação de Terra de Areia.”
Então aproveitei para complementar com a idéia da Tamires sobre o lema da dinâmica:
“VIDA É A UNIÃO NO MESMO IDEAL E AMOR” . Perguntei: “O que significa este lema para vocês?
A aluna Lilian disse: “- Eu acho que precisamos nos unir para conseguir ter as coisas, vencer e ter sucesso”.
O aluno Felipe: “É como as pessoas que moravam aqui em Terra de Areia lutaram até que conseguiram que Terra de Areia fosse emancipada, até conseguir”.
Aí perguntei: “E para a nossa turma, o que significa este lema a nós?”
A aluna Vitória falou:”- para nós temos que nos ajudar, ser amigos...”
Depois entreguei uma folha de ofício para cada aluno e pedi para fecharem os olhos, pensar e imaginar no decorrer da música( relaxante de fundo) o que foi falado sobre a história do município de Terra de Areia. Ao mesmo instante, os alunos de olhos fechados, irão desenhando na folha de ofício.
Quando terminaram os desenhos, os alunos ao visualizarem adoraram e acharam muito interessante e legal.
Logo pedi que para cada aluno escrever em uma palavra o que significava (palavra significante) o seu desenho para ele. Após, solicitei que refletissem e escrevessem o trecho de uma música que tinha relação com seu desenho e a palavra significante.
A aluna Fábia escreveu como palavra significante: Pessoas. E o trecho da música: “Na tribo ele vive contente e feliz, caçando e pescando comendo raiz.”
Tamires: palavra significante: “Vida”; trecho da música: “ É preciso saber viver, É preciso saber viver!”
Felipe: palavra significante: “Coração”; trecho da música: “coração para que se apaixonou”.
Iago: palavra significante: “É o amor”; Trecho da música: É o amor, que mexe com minha cabeça e me deixa assim. Que faz eu me lembrar de você e esquecer de mim. Que faz eu esquecer que a vida é feita pra viver”.
Bruno P. : palavra significante: ”Arco Iris” .
Vitória: palavra significante: “Indios”, Trecho da música: “Na tribo ele vive contente e feliz caçando e pescando, comendo raiz”.
Bruno C: palavra significante: “natureza”.
Lilian: palavra significante: “ Voando no ar”; Trecho da música: “o aviãozinho voou, voou e levou meu amor, levou aviãozinho, voou, voou, voou, voou e voou... Aviãozinho voou e levou o meu amor. Aviãozinho voa, voa, mas aonde alto.”
Então na próxima aula, dei continuidade nesta atividade, relembramos o que vimos na aula de seguinda-feira, sobre o município, a dinâmica “Encontro das Flores: O que é Vida?”, os desenhos de cada um, etc...
Depois dividi a turma em duas equipes, escolhidos por mim, através de números pares e impares, com o intuito de haver integração, socialização e inclusão.
Os alunos de cada grupo, produziram um texto, demostrando a história de Terra de Areia, de forma lúdica, criativa, instigante e prazerosa. Então produziram um texto, um cartaz e uma apresentação do grupo para a turma.
Aos alunos produzirem o texto, participaram dando idéias, refletindo, debatendo,... No texto havia as palavras significantes que cada um havia feito.
Durante a construção coletiva do texto um grupo refletiu a questão de quem descobriu Terra de Areia. A aluna Vitória falou: “Quem descobriu Terra de Areia?, foi Pedro Álvares Cabral? E o colega Bruno P. falou: “será?”, a colega Lilian, disse: “mas já sabemos que os índios moravam no Brasil e aí Pedro Álvares Cabral chegou”, e Bruno C. : “Pois é! Então não foi Pedro Álvares Cabral e sim os índios ou as pessoas que moravam por aqui, naquela época.”
Achei interessante a discussão dos alunos e interação dos mesmos em querer saber sobre a história do município e quem que descobriu-o. No cartaz colocaram como título: “O descobrimento de Terra de Areia”.
O outro grupo também houve interações e discussões. Observei que gostaram de realizar o texto, colocar a palavra significante e a música que representava algo do desenho.
A aluna Tamires me pediu: “professora vamos fazer novamente esta atividade, porque eu adorei”.
Durante a apresentação dos grupos, um dos integrantes liam a história e quando chegava na palavra significante todos colegas do grupo cantavam o trecho da música que escolheram, fazendo mímicas, e continuava a contação da história. Sempre ao chegar na palavra significante eles contavam ao trecho da música e continuavam novamente a contação da história e assim sucessivamente.
Segundo minhas concepções, esta aula foi maravilhosa, instigante, participativa, prazerosa e lúdica pois houve através dos questionamentos um troca de aprendizagens, interação dos alunos, espírito cooperativo, discussões, reflexões, atividades recreaticas...
Os educandos participaram das atividades com muito entusiasmo e integração.
Assim sendo, através da minha prática docente do presente Estágio estou tomando cada vez mais consciência do como é importante questionar os educandos, levar sempre em consideração os conhecimentos prévios dos educandos para realizar um trabalho cada vez mais inusitado e instigante.
Um grande beijo
Simone Lentz
Algumas fotos sobre as atividades:
Dinâmica: "Encontro das Flores" - 2ª Feira - 12.04.2010:
Trabalho em Grupo:
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