quarta-feira, 29 de abril de 2009
Visita Histórica a Mostardas...
Olá Pessoal...
Nos dias 25 e 26 de abril de 2009, foi proporcionada pela UFRGS uma Visita Histórica a Mostardas, no qual foi um momento maravilhoso de cultura, novas aprendizagens, trocas recíprocas de conhecimentos, muitas fotos, etc... De Três Cachoeiras foram vinte alunos ...
Fomos na Comunidade Quilombola da Casca, onde conhecemos um pouco da história dos negros, a sua luta, artesanatos,...... Também realizamos passeio de campo na área do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, tendo guia de de turismo cedido pelo ICM-bio(IBAMA), passeio histórica na cidade de Mostardas, (casario açoriano), com visitações na casa de cultura, artesanato em lã, , igreja matriz e miniaturas de aves silvestres da região... Almoçamos no restaurante tipico dos Açorianos: Restaurante E'Mundos.
Mostardas:
Desde 1.742 já existia um posto de vigilância denominado "Guarda de Mostardas", na área de hoje compreende o municipio, formado por portugueses oriundos de Laguna e São Paulo.
As constantes guerrilhas com os castelhanos e as invasões aos povamentos de Rio Grande e outros mais ao sul, fizeram com que aquelas populações procurassem locais mais seguros e foram estabelecendo-se no istmo entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico.
Em 1.763 chegaram os primeiros açorianos, marcando os costumes e a cultura da população de Mostardas.
A Freguesia de Mostardas foi criada pelo alvará datado de 18/01/1.773, sob o nome de São Luíz Rei da França. A Lei 4691, de 26/12/1.963, criou o MUNICÍPIO DE MOSTARDAS, desmembrado de São José do Norte e teve sua implantação em 11/04/1.964. Em maio de 1.984, o então distrito de Tavares emancipou-se, diminuindo a área territorial de Mostardas.
Sendo um dos povoados do Rio Grande do Sul, Mostardas é terra natal de vultos como o poeta e jornalista Possidônio Machado, nascido em 03/03/1.878, que ficou conhecido como "Marcelo Gama", e Domingos Menotti Garibaldi, militar que participou da unificação da Itália e era filho de Giuseppe Garibaldi e Anita, nascido na localidade de São Simão, hoje o 3º Distrito de Mostardas.
Quanto a Denominação de "Mostardas", pairam muitas dúvidas, pois nenhum documento foi encontrado dando conta sobre o assunto, mas a tradição oral levanta algumas possibilidade:
- A quantidade abundante do vegetal comestivel nativo da região;
- o naufrágio de um navio francês denominado "Moastardas", que teria ocorrido na região;
- um comerciante que estabeleceu-se junto ao Posto de Vigilância, de sobrenome Mostardas...
Nos dias 25 e 26 de abril de 2009, foi proporcionada pela UFRGS uma Visita Histórica a Mostardas, no qual foi um momento maravilhoso de cultura, novas aprendizagens, trocas recíprocas de conhecimentos, muitas fotos, etc... De Três Cachoeiras foram vinte alunos ...
Fomos na Comunidade Quilombola da Casca, onde conhecemos um pouco da história dos negros, a sua luta, artesanatos,...... Também realizamos passeio de campo na área do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, tendo guia de de turismo cedido pelo ICM-bio(IBAMA), passeio histórica na cidade de Mostardas, (casario açoriano), com visitações na casa de cultura, artesanato em lã, , igreja matriz e miniaturas de aves silvestres da região... Almoçamos no restaurante tipico dos Açorianos: Restaurante E'Mundos.
Mostardas:
Desde 1.742 já existia um posto de vigilância denominado "Guarda de Mostardas", na área de hoje compreende o municipio, formado por portugueses oriundos de Laguna e São Paulo.
As constantes guerrilhas com os castelhanos e as invasões aos povamentos de Rio Grande e outros mais ao sul, fizeram com que aquelas populações procurassem locais mais seguros e foram estabelecendo-se no istmo entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico.
Em 1.763 chegaram os primeiros açorianos, marcando os costumes e a cultura da população de Mostardas.
A Freguesia de Mostardas foi criada pelo alvará datado de 18/01/1.773, sob o nome de São Luíz Rei da França. A Lei 4691, de 26/12/1.963, criou o MUNICÍPIO DE MOSTARDAS, desmembrado de São José do Norte e teve sua implantação em 11/04/1.964. Em maio de 1.984, o então distrito de Tavares emancipou-se, diminuindo a área territorial de Mostardas.
Sendo um dos povoados do Rio Grande do Sul, Mostardas é terra natal de vultos como o poeta e jornalista Possidônio Machado, nascido em 03/03/1.878, que ficou conhecido como "Marcelo Gama", e Domingos Menotti Garibaldi, militar que participou da unificação da Itália e era filho de Giuseppe Garibaldi e Anita, nascido na localidade de São Simão, hoje o 3º Distrito de Mostardas.
Quanto a Denominação de "Mostardas", pairam muitas dúvidas, pois nenhum documento foi encontrado dando conta sobre o assunto, mas a tradição oral levanta algumas possibilidade:
- A quantidade abundante do vegetal comestivel nativo da região;
- o naufrágio de um navio francês denominado "Moastardas", que teria ocorrido na região;
- um comerciante que estabeleceu-se junto ao Posto de Vigilância, de sobrenome Mostardas...
sábado, 18 de abril de 2009
Minhas concepções.....
Interdisciplina: Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia II
Minhas concepções...
“Para mim:
O que é conhecimento?
Como ocorre aprendizagem?
Como deveria ser o ensino na escola?”
São perguntas pequenas, porém as respostas são vastas e tem gigantescas formas significativas de aprendizagem, de que se tem para respondê-las a fim de haver um ensino qualificado e inerente para todos os educandos.
Presumo que conhecimento designa ser algo que o educando aprende construindo informações, deste modo o educador, tem um grande papel de mediador, no qual acredita que seu aluno é capaz de aprender sempre, perfazendo indagações e problematizando suas ações, partindo sempre dos conhecimentos prévios e de seu meio.
Para mim, como educadora, não considero o educando, como uma tábua rasa, perante um novo conhecimento, mas sim um ser ativo, crítico, questionador, criador, reflexivo, perspicaz, transformador, investigador,...no qual visa um aperfeiçoamento de seus conhecimentos prévios e partindo destes, abre novos caminhos e adquiri novas aprendizagens e conhecimentos, frente aulas lúdicas, prazerosas, instigantes, diversificadas. Proporciono desta maneira que tanto eu-educador, quanto os educandos, possam aprender juntos, havendo trocas recíprocas de conhecimentos, ensinamentos e aprendizagens.
Os educandos tem sua imaginação muito “fértil” e criativos, pois este ano, quando trabalhei a data comemorativa: “O Dia Internacional da Mulher – 08 de março”, realizei primeiramente a sondagem (conhecimentos prévios dos alunos), fazendo questionamentos orais, como:
- Por que a mulher é importante?
- Por que existe o Dia Internacional da Mulher?
- entre outros,...
Então uma menina de cinco anos, ao responder ao segundo questionamento, indagou:
“-Tem o dia da mulher, por que professora tem também o dia do homem.
Interpretei a argumentação de minha aluna como maravilhosa e magnífica, devido ela ter tirado a sua própria conclusão, de que se existe o dia da mulher, consequentemente também tem o dia do homem, dando ar de expressividade afirmativa, com seu jeito de falar.
A aprendizagem, para mim, é cognitiva lúdica, interessante e não monótona, vazia, e sombria. Nos modelos Empirismo e diretiva, sei que o aluno não tem liberdade alguma de participar das aulas (como no exemplo citado acima – da minha aluna de cinco anos), nestes modelos são considerados apenas como receptor de conhecimentos e o professor detentor do saber.
Também aprendi que existe outros dois modelos presentes nas práxis educacionais:
Epistemológica Construtivista, e Pedagógica Relacional, no qual ambas se fazem presentes em minha sala de aula.
Atualmente a aprendizagem, o conhecimento e práxis educacionais mediante perspectivas de modelos educacionais (epistemologia
Construtivista e pedagógica Relacional) para mim é muito interessante, devido o processo educacional com os educandos ser construído diariamente, tendo assimilação de aprendizagem se concretizar gradualmente de acordo com seu conhecimento prévio e realidade familiar, comunitária e escolar.
Assim sendo, concretizo minhas argumentações juntamente com as idéias de Becker:
“O professor construirá, a cada dia, a sua docência, dinamizando seu processo de aprender. Os alunos construirão, a cada dia, sua discência”.
Sendo que desta forma, os educandos serão co-autor de seu próprio conhecimento, mediante trocas recíprocas de aprendizagens, saberes e conhecimentos entre educando e educador e vice-versa , a fim de construir juntos uma educação de qualidade e significativa para todos.
BIBLIOGRAFIA:
- BECKER, Fernando. Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos. In: Educação e Construção do conhecimento. Porto Alegre: ARTEMED, 2001.
O que é conhecimento?
Como ocorre aprendizagem?
Como deveria ser o ensino na escola?”
São perguntas pequenas, porém as respostas são vastas e tem gigantescas formas significativas de aprendizagem, de que se tem para respondê-las a fim de haver um ensino qualificado e inerente para todos os educandos.
Presumo que conhecimento designa ser algo que o educando aprende construindo informações, deste modo o educador, tem um grande papel de mediador, no qual acredita que seu aluno é capaz de aprender sempre, perfazendo indagações e problematizando suas ações, partindo sempre dos conhecimentos prévios e de seu meio.
Para mim, como educadora, não considero o educando, como uma tábua rasa, perante um novo conhecimento, mas sim um ser ativo, crítico, questionador, criador, reflexivo, perspicaz, transformador, investigador,...no qual visa um aperfeiçoamento de seus conhecimentos prévios e partindo destes, abre novos caminhos e adquiri novas aprendizagens e conhecimentos, frente aulas lúdicas, prazerosas, instigantes, diversificadas. Proporciono desta maneira que tanto eu-educador, quanto os educandos, possam aprender juntos, havendo trocas recíprocas de conhecimentos, ensinamentos e aprendizagens.
Os educandos tem sua imaginação muito “fértil” e criativos, pois este ano, quando trabalhei a data comemorativa: “O Dia Internacional da Mulher – 08 de março”, realizei primeiramente a sondagem (conhecimentos prévios dos alunos), fazendo questionamentos orais, como:
- Por que a mulher é importante?
- Por que existe o Dia Internacional da Mulher?
- entre outros,...
Então uma menina de cinco anos, ao responder ao segundo questionamento, indagou:
“-Tem o dia da mulher, por que professora tem também o dia do homem.
Interpretei a argumentação de minha aluna como maravilhosa e magnífica, devido ela ter tirado a sua própria conclusão, de que se existe o dia da mulher, consequentemente também tem o dia do homem, dando ar de expressividade afirmativa, com seu jeito de falar.
A aprendizagem, para mim, é cognitiva lúdica, interessante e não monótona, vazia, e sombria. Nos modelos Empirismo e diretiva, sei que o aluno não tem liberdade alguma de participar das aulas (como no exemplo citado acima – da minha aluna de cinco anos), nestes modelos são considerados apenas como receptor de conhecimentos e o professor detentor do saber.
Também aprendi que existe outros dois modelos presentes nas práxis educacionais:
Epistemológica Construtivista, e Pedagógica Relacional, no qual ambas se fazem presentes em minha sala de aula.
Atualmente a aprendizagem, o conhecimento e práxis educacionais mediante perspectivas de modelos educacionais (epistemologia
Construtivista e pedagógica Relacional) para mim é muito interessante, devido o processo educacional com os educandos ser construído diariamente, tendo assimilação de aprendizagem se concretizar gradualmente de acordo com seu conhecimento prévio e realidade familiar, comunitária e escolar.
Assim sendo, concretizo minhas argumentações juntamente com as idéias de Becker:
“O professor construirá, a cada dia, a sua docência, dinamizando seu processo de aprender. Os alunos construirão, a cada dia, sua discência”.
Sendo que desta forma, os educandos serão co-autor de seu próprio conhecimento, mediante trocas recíprocas de aprendizagens, saberes e conhecimentos entre educando e educador e vice-versa , a fim de construir juntos uma educação de qualidade e significativa para todos.
BIBLIOGRAFIA:
- BECKER, Fernando. Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos. In: Educação e Construção do conhecimento. Porto Alegre: ARTEMED, 2001.
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